↑ O Que desejas O Movimento Antiglobalização?

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O movimento altermundista é um imenso conjunto de movimentos sociais, formado por ativistas provenientes de diferentes correntes políticas, que, no final do século XX convergiram para a crítica social ao modo de globalização. Existe alguma controvérsia sobre o termo que define a este movimento. Muitos de seus defensores preferem o termo “altermundismo” ou “alterglobalización”, para impossibilitar ser acordada por oposição, e em razão de o termo “antiglobalização” daria uma imagem imprecisa e negativa.

Também acusado de minar a competência democrática dos Estados, entre outros aspectos negativos. Em um plano mais enorme, o levante zapatista, tornou-se referência do movimento nascente antimundialización neoliberal, que aos poucos ia tomando corpo humano, tanto no norte como no sul. 6.Um Antiglobalização vs. altermundialista, etc., A inexistência de centralização e hierarquia apresenta território a que não existam porta-vozes, nem manifestos finais, se bem que os grupos que formam o movimento conseguem tê-los. O movimento é criada por muitos grupos e individualidades de diferentes origens e objetivos, às vezes, até já opostos.

Isso dificulta a descrição de movimento mesmo quanto ao termo e motivo. As contracumbres e encontros do Fórum Social Mundial são, basicamente, as ocasiões em que o movimento antiglobalização está e obtém encontro mediático. Conselhos: comunismo, fascismo, comunismo, economia participativa, autonomismo. Movimento ambientalista em benefício do desenvolvimento sustentável ou do anarquismo. Movimento de libertação animal. Grupos preocupados com a pobreza e a justiça Norte-Sul (novas ONGS e movimentos cristãos). Movimento operário, sindicatos e instituições estudantis.

Movimentos de libertação e nacionalistas. Outros: esperantistas, grupos pro medicamentos genéricos, ativistas contra os organismos geneticamente modificados (OGM). Algumas pessoas vêm de imensas dessas correntes, novas não se identificam com nenhuma em característico, entretanto que simpatizam com a maioria ou a plenitude delas. Taxa Tobin, imposto sobre as transações financeiras internacionais pro desenvolvimento do Terceiro Mundo e travar a especulação. Dispensa do pagamento da dívida externa. Livre circulação de pessoas.

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Vinculação das multinacionais ao controle político democrático por parcela dos cidadãos. Reforma ou supressão das corporações financeiras internacionais (Fundo Monetário internacional (fmi), Organização Mundial do Comércio, Banco Mundial). Eliminação das negociações multilaterais pra liberalização do comércio agro-alimentar, de forma especial no âmbito da OMC, no entanto bem como através de tratados bilaterais. Avançar para a soberania alimentar. Introduzir o conceito de Índice de bem-estar económico sustentável, em território do PIB como único indicador do estado de uma nação e conceder mais importancia ao Índice de Desenvolvimento Humano. Conceitos como a pegada ecológica assim como deve entrar no debate político dia a dia.

Introduzir a democracia participativa, de acordo com o modelo de Porto Alegre, cujo governo lugar consulta a seus cidadãos, suas prioridades sobre isso como gastar o dinheiro público. O final da atual cultura low cost pra volta à existência ambiente. A subida do petróleo fará inviável o menor custo e a globalização. Dessa maneira, é muito viável que se regresse pro consumo daqueles produtos autóctones de cada localidade. O principal autor e propulsor desta suposição é o economista canadense Jeff Rubin. A crítica central é que as condições pra que todos possam competir em pé de igualdade, não se cumpre quase nunca e que em tão alto grau as classes privilegiadas como os países poderosos partem com uma vantagem esmagadora.

O acrescentamento das privatizações, redução do setor público e políticas de redistribuição da fortuna, a vinculação de toda atividade humana, a rentabilidade, são para os ativistas pretexto de ansiedade. Acredita-Se que estas são influenciadas pelo poder econômico e na poderosas potências (EUA, União Europeia, Japão, G-8) e não respondem às necessidades humanas. A globalização, que propõem os neoliberais, seria a de maximizar o lucro do capital privado nos países ricos. Os ativistas argumentam que, ante o nome de globalização, existe uma tentativa de acrescentar o poder dos bancos e das multinacionais.

Outra crítica frequente é que é o setor privado que financia diretamente aos partidos políticos, debilitando a sua independência. O exemplo mais flagrante seria a cumplicidade entre o partido Democrata e o Republicano, nos EUA, e as grandes multinacionais como Halliburton e o vice-presidente Cheney. Não é um movimento estruturado de modo hierárquica, no entanto que se trata de uma rede de diversos movimentos, que se coordenam e organizam-se de modo horizontal e descentralizada.

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