24 horas Sofrendo Em Centro Comercial

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Dez menos um quarto da manhã. Estação ferroviária AVE de Saragoça. Custa confiar que a raça humana tenha projetado pra resistir às intempéries dessa imensa nave industrial. O termômetro marca 4ºC. É lorota. As correntes de ar gelado me acompanham em minha aventura aragonesa. Também o agasalho que me apareceu como vestuário de briga para uma jornada que promete ser dura e longa. Muito longa. Minha tarefa: viver um dia inteiro em um centro comercial. Se você não tivesse me levantado às 6.00 da manhã, estaria angustiada. Um motorista de táxi dos bons, dos que não falam – me recolhe.

dirijo-Me ao Porto de Veneza, o maior centro comercial de Portugal. No total, 206.000 m2 (50 campos de futebol), distribuídos entre franquias, salas de cinema e cadeias de restauração. Que onde quer. Ah. No Porto De Veneza. Qual a divisão do Porta Veneza? Onde o Primark lhe vale? Aqui, por esse táxi, sei, na primeira vez, a magnitude do meu estímulo. Sim, hoje eu vou viver em um satélite de mais de 1.Duzentos metros de diâmetro repleto de terminais de consumo.

O horário da porta do ambiente marca a abertura às 10:00 e, em efeito, a maioria das lojas ainda estão fechadas. Não deste jeito o Primark, que não é uma loja, contudo outra coisa, e prontamente conta com os primeiros demolidores mañaneros distribuídos em seus 3 andares. Vejo-os pela imensa porta e vacilo com enter.

O guarda sonolento e eu bocejo. O mais incrível será ceder uma volta: toda humanidade sabe que comprar pela Primark, sem filas é como dirigir-se ao McDonald’s e requisitar uma salada. Faço tempo na moradia de banho, pra enxergar se desse modo vai espreitar um dos 49.000 consumidores diários, que visitam, em média o centro.

e também torneiras automáticas e o bambu da entrada, não vejo nada fora do normal. O corredor, bem como deserto, oferece bastante pavor. O incrível será regressar ao Primark. Pegar um desses carrinhos de compras em que bem caberia uma pérgola e entrar no serviço.

Após meia hora dando voltas sem sentido, abandono da loja com a cesta vazia e o assistir do guarda cravada nas costas. Será pelo evento de treino. Todas as versões de Inditex estão em um único corredor. Eu paro em cada uma. Antes de me ceder conta imediatamente manipulação mais bolsas do que eu posso lidar. “Eu o coloquei pra presente?

  1. Sabanero de Lincoln, Melospiza lincolnii
  2. Mosquero real, Onychorhynchus mexicanus
  3. Springer spaniel inglês
  4. Eleito Hon. Companheiro de Trinity College, Cambridge (1902)

” é a frase mais repetida por cerca de 4.000 funcionários do Porto de Veneza. Digo que sim, em 3 blogs e me colocam adesivos nas bolsas. “É o único que nos dão. Agora, eu gostaria para mim! “, se desculpa com um dos caixas, com mais espírito de natal.

A aventura começa na Zara Home, onde adquirir uns enfeites de natal que nunca chegarei a pendurar. Na Pull and Bear passagem para a fase dois de compras: o testador. Não ter pessoas esperando do lado de fora me permite perder 5 minutos olhando a minha celulite, que aflora como amendoeira na primavera ante as luzes da Inditex.

Chegou a Cabo a ponto de fazer com um vestido impensável de achar pela minha cidade, Madrid. Um ciclo, que te miro, porém de imediato te digo que agotadísimo. Efetivamente, não temos. Pois vá: 317 quilómetros percorridos, o superior centro comercial de Portugal e as dificuldades são os mesmos que em Madrid.

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