A Vida De Bertrand Russell, Em Quadrinhos

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matemática são capazes de conter tanta emoção humana como um poema, uma pintura ou uma novela das oito. Isso é o que encontra o leitor de Logicomix, um ritmo acelerado de quadrinhos de aventuras, cujo protagonista é uma lógica que busca obsessivamente uma linguagem matemática que possa ser universalmente válido. Parece, a priori, sentenciado a um escasso sucesso comercial.

Mas há ocasiões em que a lógica não se determina, e Logicomix (editorial Sins Entido) ficou um bestseller internacional que nesse lugar vai imediatamente pela segunda edição em somente dois meses. Seu personagem não é outro que o filósofo britânico Bertrand Russell (1872-1970), um ser humano que sofre, ama, ri e chora e que, como um super-herói em tarefa, persegue o maravilhoso de uma linguagem matemática genial, irrecusável. Russell, desfilam secundários de luxo, como Georg Kantor, Kurt Gödel, Henri Poincaré, Alan Turing ou, de forma especial, um perturbador e acelerado Ludwig Wittgenstein.

Nas expressões do filósofo Fernando Savater, “uma equipe de pessoas excepcionais que mal chegaram a dominar-se entre si e que tentaram encontrar o que é a certeza de que desejamos estar certos, sem recinto a perguntas e receios”. Logicomix chega precedido de um grande sucesso em todos os países onde foi publicado (foi o gibi mais comercializado nos EUA Para adquirir que as matemáticas pareçam tão excitantes, foi imprescindível o trabalho de quatro pessoas. O feito intelectual de Russell não foi pouca coisa, e envolveu um enorme número de disciplinas.

2. Era tão penoso de entender que a editora, Cambridge University Press, não encontrou ninguém preparado para julgar a característica da obra e, enfim, decidiu não publicá-la, de modo que a autoeditaron. Próximo a esta pesquisa, o outro extenso conteúdo dessa novela gráfica é a ligação entre a lógica e a loucura. É indispensável estar um tanto desequilibrado, se não neurótico, pra consagrar uma existência pra resolução de problemas iguais?

O leitor vê desfilar para grandes cérebros cuja envergadura científica contrasta com a tua chaladura pela vida cotidiana-nenhum, como o mítico Cantor, está mesmo interna em um manicômio-. Para Doxiadis, “este era um foco importante: até que ponto alguns protagonistas menos torturados tivessem estado dispostos a pagar o valor pessoal de se criar uma nova lógica”. A existência privada de Russell -e a sua sucessão de aventuras – contribuem pro interesse humano da trama.

[Editar indica que “era um homem muito apaixonado, entretanto não como sendo a mãe. Não conquistava, por esporte, entretanto que de fato se apaixona de várias mulheres, cada vez de verdade, e com muita paixão. E, se não podia dominar a senhora, sentia-se muito descontente”. Logicomix se atreve até com questões teóricas fundamentais, como o paradoxo de Russell: numa cidade há um barbeiro que só a barba pra aquelas pessoas que não podem fazer por si mesmas. Mas este barbeiro tem um grande dificuldade: não é possível barbear-se, dado que, se o fizer, então você poderá raspar por si mesmo e não precisa ser raspada pelo barbeiro, que é ele.

Os autores de Logicomix não foram ajustados estritamente aos detalhes: realizam com que Russell conheça pessoas que nunca viu, como Frege, ou Cantor, ou ver a actos em que não esteve. Foi contra a bomba nuclear e a corrida armamentista e presidiu o tribunal contra os crimes da batalha do Vietnã.

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Foi bem mais ativa e muito mais completo do que todos os outros filósofos. E, a partir de agora, um super-herói de história em quadrinhos. Jaume Nubiola, professor da Universidade de Navarra, foi investigado o passo de Bertrand Russell, por Barcelona, em 1920. O filósofo britânico deu um curso no Institut d’Estudis Catalans, convidado por Joan Crexells e Eugeni d’Ors.

“Russell veio de Paris -explica-, acompanhado por seu amante, Dora Black. Ela escreveu em seu diário que lhe incomoda vir a negra Espanha, católica, obscurantista e medieval. Chegaram no trem da estação da França e veio a recogerles Eugeni d’Ors em um automóvel de cavalos. Russell’. D’Ors lhe guiñó o olho: ‘Não se preocupe, isso não me importa!

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