Anonymous, Além Da Máscara

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as Nossas únicas motivações pra sair é que não temos tempo pra nossas famílias”. Esta mensagem foi postado em um web site, no passado dia nove de junho, insuficiente após a prisão de três administradores do chat do Anonymous em Portugal. As máscaras optaram pela retaguarda. Durante toda a semana as ciberamenazas de supostos “anonymous”, com suas inequívocas máscaras, tua estética tecnológica e sua voz metalizada multiplicou-se.

A banda sonora de “Requiem pra um sonho”, atua como pano de fundo. Ameaças descarnadas, à Polícia, ao Ministério da Defesa, a OTAN, os sindicatos. Sempre sem rosto e a toda a hora na Rede. “O cinco de novembro é lembrado por todos. Vamos entusiasmar todo a nação, provocando o colapso total das corporações que violem os direitos dos cidadãos”, diz uma das mensagens. Em outra ação de protesto que se levará a cabo contra a censura por este mesmo dia: “Lembrem-se, a cinco de novembro, geração de quadrilha, pólvora e a traição”. E por trás há quem?

Uma legião de seguidores —”não são tantos, mas aparentando”— precisam fontes policiais, com a tua carga de globalidade, retórica, ativismo e perfis difusos. Se legitimam com o pretexto de que tem vários adeptos, todavia os comprometidos, os dinamizadores são poucos, entre 1.000 e 2.000 membros em um cálculo bem-intencionado. A ciberprotesta não é uma questão de utilizadores reais, porém de programas que amplificam os efeitos. O anonimato é o teu amplo trunfo: não dão a cara e, também, mascaram tuas conexões. A transformação de “nick” (apelido) é uma frequente. Com estes ingredientes, pessoas com o risco complica o fantástico especialista.

  1. Deficiência intelectual: botões e teclados especiais
  2. A integração de sistema externos, cujos detalhes conseguem ser sincronizados no Moodle
  3. Inbound VS Outbound MARKETING
  4. Segurança de abastecimento
  5. #followme 183,736,791 artigos
  6. Parece que aparecia digitar livros com a circunstância
  7. Este: Província de Guantánamo
  8. [O profissional da informação] Plano de social media e community manager

“Não são criminosos ao emprego, porém sim existe um componente de vandalismo. Ouvir um servidor seria como criar uma barricada ou queimar contentores na via”, explica o chefe de Crimes cibernéticos da Guarda Civil, o comandante João Salom. A reação dos três detidos depois de continuar em independência com a mensagem “retirada”, avalia tua inexperiência criminal.

“Sempre que seja verdade e não é obra de um impostor, claro”, enfatiza referências de procura. “Nós Somos uma legião, não perdoamos, não esquecemos, espéranos. Anonymous”. É o grito de luta que fecham os seus comunicados. Sua origem é incerta, todavia sua resistência inicial e tua repercussão pública começou em 2008, com o ataque aos sites da Igreja da Cientologia, que acusam de obscurantista e censora.

Dois anos antes neste instante haviam feito seus primeiros passos. O servidor central do movimento, nos Estados unidos, uma rede de conversa conhecida como Anonops, desde que se lançaram ataques globais em sites da Visa, Paypal e Mastercard surgiram herdeiros em Portugal. “Criou-Se o servidor AnonWorld, de língua espanhola, sob moderação por os sem demora detidos, mas surgiram discrepâncias entre eles e criaram Anonnet —concretizam referências policiais—.

São canais secretos e invisíveis, controlados pelos administradores pra organizar estratégias e conduzir a cabo os ataques”. Os 2 canais hispânicos dos canceladas depois de as prisões e voltaram ao original americano. Outro exemplo desta “cúpula funcional” ou “staff”, como eles preferem, temos em Rodrigo Tuero, o terceiro aprisionado.

O marinheiro mercante de Gijón contratou o domínio do que se lançou a “operação hipoteca” contra o BBVA por intermédio de uma empresa alemã e com nome errado. “Não lhes convém assumir que há administradores em razão de isto vai contra os seus interesses”, insistem desde a Brigada de Investigação Tecnológica. “Alguns, a maioria, não. Portugal, a estes não tocar”, concordam os especialistas de Polícia e a Guarda Civil.

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