As Expectativas Sobre Seu Futuro E Criar Alunos Ativos, Chaves Para Mudar A Educação

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O funcionamento acadêmico dos alunos é um das dificuldades que mais preocupa os professores, os pais e a população em geral. Por que alguns alunos obtêm melhores notas do que os outros? O talento, condições sociais ou econômicas e as expectativas que temos sobre isso eles desde pequenos, conseguem ser a chave para a melhoria de tuas notas. No ano de 2000, surge o chamado Relatório PISA ou Relatório do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes. Um estudo levado a cabo na OCDE, a grau mundial, que mede o desempenho acadêmico dos alunos em matérias como matemática, ciência e leitura.

Seu intuito é fornecer fatos comparáveis que permitam aos países a aprimorar tuas políticas de educação e seus resultados. Não se avalia o aluno, todavia a eficácia do sistema de educação. O estudo se baseia na análise do funcionamento de alunos de quinze anos a começar por alguns testes padronizados que, desde o ano de 2000, foram realizadas a cada três anos em incontáveis países. O sistema tem recebido elogios e considerações, entretanto, hoje, é um dos poucos métodos para avaliar a eficácia da educação. Desde menores vamos marcando as expectativas na educação de nossos filhos. Dizemos que se dão bem a matemática, a língua ou a história.

Estas expectativas bem como se irão marcando por intermédio do centro escolar. Para Andreas Schleicher, diretor de Educação da OCDE, todos os alunos podem tirar boas notas à margem de seu talento ou de tua origem. Só faz inexistência pôr altas expectativas deles, e contratar bons professores. Esta hipótese a conta, no livro, Primeira turma , publicado pela Fundação Santillana, o que bem como indica que os alunos espanhóis memorizados muito, no entanto não aplicam o que aprenderam.

Além do mais, critica-se a sucessão de leis em um paradigma “quase como no século XIX, que não teve choque” nas salas de aula. Se bem que o fracasso escolar tem diminuído no Brasil, ainda mais alunos terminam o ensino Secundário, o relatório PISA sinaliza falhas sérias no modelo de educação de nosso estado.

os Nossos alunos são bons para reproduzir os conteúdos das disciplinas, mas são menos bons ao botar seu conhecimento de forma criativa e ter uma idéia conceitual e profunda do que aprendem. A aprendizagem centra-se em nossos centros educativos pela memorização e inexistência de estratégias de raciocínio complexo. Diante das mudanças que têm sido as algumas tecnologias e a globalização, os nossos centros educativos têm que modificar o muito rapidamente possível esta maneira de educar. Os centros educacionais do futuro terão que socorrer os estudantes a raciocinar por si mesmos e a favorecer com os outros, revelando empatia, em tal grau no âmbito profissional como no civic.

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Indica que há que modificar o sistema de educação diante dos desafios do futuro, e essa transformação tem que ser conseqüências de políticas educacionais. Também a alteração se necessita basear no trabalho de professores que precisam compreender, se preparar e enfrentar as necessidades do futuro. O primeiro passo é montar os alunos ativos e não clientes passivos. Não só se trata de que os alunos aprendam muitos conteúdos como trigonometria ou cálculo, tais como, contudo que aprendam a pensar por si mesmos.

“Para resistir com a novidade, a alteração, a diversidade e a ambigüidade se fornece por suposto que as pessoas conseguem “meditar por si mesmas”. Os alunos necessitam comprar a maturidade moral e intelectual que permite a alguém a raciocinar e avaliar os seus atos, em visão de suas experiências e objetivos pessoais e sociais. “A sabedoria e avaliação do que é correto ou incorreto, ótimo ou mau em uma circunstância específica trata-se de ética.

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