As Universidades Queixam-Se Sobre Os Obstáculos Para Abrir Vias De Mecenato

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Os campus catalães estão de acordo: o financiamento de seus orçamentos precisa estar a cargo do erário público. As referências privadas são só um complemento. O causador da Secretaria d’Universitats Recerca i, Francesc Xavier Grau, por isso o considerou no encerramento do seminário a respeito de patrocínio universitário, que foi praticada no final de maio, a universidade de Barcelona (UB).

“neste povo, inexistência muita cultura de patrocínio”, queixa-se Jaume Badia, gerente de Pompeu Fabra (UPF). Coincide com o restante dos gerentes consultados, como Oriol Escardíbul, responsável pelas finanças da UB: “Isso não podes tornar-se um debate ideológico”. As universidades da catalunha estão de acordo em ampliar a arrecadação privada, nos dias de hoje em níveis quase testemunhais, de entre 0,5% e 1,5% do orçamento. A instituição de ensino pública espanhola que mais captação de recursos privados obtém em conexão às suas orçamento é a Jaume I de Castellón, que atinge entre três e 4 por cento (2,cinco milhões de euros) de seus rendimentos.

Este número contrasta com os campi americanos, alguns dos quais têm mais fundos privados, que contribuições públicas. Stanford e Harvard, para reclamar dos campus com mais doações de antigos alunos, particulares e organizações. “É verdade que recebem de empresas e fundações, entretanto assim como oferecer a conexão com os ex-alunos que participam no seu financiamento”, explica Carmen Pérez Esparrelló, da Universidade Autónoma de Madrid (UAM). “O defeito no Brasil é que temos uma lei de Mecenato que é um desastre”, lamenta Badia. “Não incentiva em nada para os mecenas, a particulares ou a papéis familiares a dar à faculdade”.

O regresso à tributação, que, na França, é da ordem de sessenta por cento, em Portugal é de 30 por cento. A reforma da lei está pendente. “Parece a todo o momento que há vontade política, contudo, no momento em que prontamente está tudo preparado, Finanças retarda”, indica Badia, que lamenta que não aconteça como nos países vizinhos, onde a administração iniciou medidas excepcionais e de curta duração, a modo de ensaio.

Assim, as administrações públicas entregam uma quantidade equivalente à colaboração consumada por fundos privados, cujos proprietários são deduzidas cem por cento, pelo que o Estado apoia por uma dupla via. A medida está sujeita a revisão, ao cabo de um momento de tempo. Outro exemplo de inovação pela cultura do patrocínio é a perspectiva de que o colégio possa se ajudar do funcionamento de um fundo cujo proprietário compromete-se a conservar durante um tempo. A UPC conta com grandes corporações aliadas, como o Banco Santander -inversor de novas universidades – e a Fundação Cellex, que financia o programa de excelência Centro de Formação Interdisciplinar Superior (CFIS) para alunos com alta capacidade acadêmica.

Existem algumas formas de colaboração com as corporações, como as cátedras e projetos conjuntos de inovação. O vice-reitor da UPC Jordi Berenguer ressalta-se que, pela sequência do projecto Carteira, que tem como objetivo jogar a mobilidade urbana do futuro, e que está atado a Seat e Volkswagen, surgiram novos patrocínios. Em todo o caso, os planos estratégicos pra arrecadar fundos exigem perseverança.

“Eu vi nascer planos estratégicos de um reitor e os vi morrer com o seguinte”, queixa-Joan Corominas, presidente do conselho social da UB. Uma das chaves do fundraising são as contribuições de ex-alunos, bem com doações de seus bolsos ou de tuas corporações. Pra isso, as universidades públicas necessitam, como as norte-americanas, gerar um sentimento bastante de pertença à comunidade. Os campi estão descobrindo como gerar esses vínculos com a dificuldade que implica para as universidades mais antigas.

Na UB há 50.000 ex-alunos. “Temos médicos, economistas, filósofos, educadores e é penoso enviar uma mensagem que agrade a todos”, resume Corominas. Também se requer dica, pelo motivo de o doador, como bem explicou em jornadas Núria vilamajo espanha, da Fundação Clínic, você deve personalizar tua doação, saber que o está destinando.

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Para Manuel Braga, professor da UPF, tem que trabalhar antes de lançar um plano de captação. E responder: “por que, entre todas as possíveis causas uma pessoa te daria dinheiro? qual é a sua razão: a justiça social, as desigualdades, os objetos? “. Na sua avaliação, há que descobrir um relato e comunicá-lo bem.

“Não é um descomplicado método de solicitar, todavia de irradiar a relevância de um projeto a um doador”, aponta. O mesmo ocorre com as empresas, “têm que ter pontos em comum com a escola, que compartilham da incumbência e objectivos”. Neste significado, as perguntas sublinham o significado da despesa. O Grupos de procura, novos projetos, captação de talento? O Start – ups, laboratórios, intercomunicação e imagem? E se perguntar também se a implicação fica na doação do dinheiro ou a prestação de algum serviço.

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