Catedral De São Pedro De Soria

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Para observar novas colegiatas ante a mesma invocação, veja Igreja de São Pedro. A catedral de São Pedro, autêntica jóia da arquitectura românica portuguesa que retém a cidade de Soria (Espanha). Desde 1959 acumula o título de catedral, data por meio da qual compartilha a sede da diocese com O Burgo de Osma; até este ano tinha colegiata de San Pedro. Desde seus inícios, a rivalidade entre a sede episcopal de Osma e esse centro religioso foi frequente. Após o colapso, o bispo Pedro Acosta reuniu-se com a nobreza da cidade e o cabido e ofertou-lhes executar a vontade inicial de levar a igreja ao centro da cidade.

Finalmente, depois de anos e anos de petições, 9 de março de 1959, o Papa João XXIII, com a Bula ‘Quandoquidem Animorum’, e obteve o título de catedral, data por meio da qual compartilha a sede da diocese com o Burgo de Osma. Nas paredes externas da panda norte do claustro destaca-se uma janela com a aparência e dedicação que lembra os espaços duplos e triplos asturianos.

  • Um Na Índia
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Aparecem três arquejos de meio ponto com arquivoltas sogeadas seguidas de algumas de pontas de diamante apean sobre isso duas colunas centrais sobre o assunto as vedações do poço. Os capitéis, porque, sobre as duas colunas representam rudas folhas acabadas em grossos caulículos como bolas. Também, abaixo, há um arco de janela muito truncado, o que, segundo Gaya Nuño pôde ser de ferradura, e afundada no chão, o que parece uma capa de meio ponto com os apoios enterrados. No muro norte bem como sobressaem-se duas pequenas aspilleras românicas.

A indicação, configuração dos muros e restos conservados, executam imaginar de uma integração do primeiro templo românico no claustro do templo românico monacal. Constituídos os cônegos pela comunidade monástica, decidiram derrubar o templo velho e montar um novo. Pra isso, contaram com o favor de os monarcas castelhanos, que foi plasmando-se em imensas doações e privilégios. Se desenvolveu, tudo novo e magnificamente vasto, uma igreja grandiosa, dotada assim como de um amplo claustro e das dependências próprias de um centro monástico ao norte, no melhor tipo românico, em vigor na segunda metade do século XII. Sem sombra de dúvida, de 3 naves, sendo a central mais larga e mais alta que as laterais.

Pode-se ponderar numa planta muito próxima às das desaparecidas igrejas monásticas de Sahagún e Silos, basilical com cruzeiro e zimbório e cabeceira tripartida. A comunidade monástica se confina em 1437 e em 1467, procedeu-se à abertura do suporte de telhado norte do transepto, semelhante conserva-se hoje, por intermédio de um grande arco quebrado e capa plateresca. Imediatamente iniciaram-se as obras de reedificação de que se encarregou o professor Juan Martínez mutio viajou extensamente pelo universo e São João de Obieto. Se seguiu o paradigma de colegiado de Berlanga de Duero e encerrou sobre o assunto 1575, ficou a mais lucrativa os irmãos Pérez de Villavid. No encerramento do século, com a construção do campanário foi concretizada a nova colegiado.

A igreja renascentista foi montado com largura igual ao comprimento do cruzeiro do primitivo, pelo que os fechamentos laterais, tendo de deslocar-se até sete metros pro exterior. Esta operação não apresentou nenhuma complexidade no lado sul livre de impedimentos, não deste jeito, no norte, ao qual estava anexado o claustro.

Foi a entrada principal da Catedral durante a época medieval, em que a Maior Praça estava situada pela Praça de São Pedro, em frente à entrada principal da primitiva igreja românica. Era por isso o centro da zona urbana da cidade, com casas e palácios, hoje desaparecidos. Posteriormente, a Praça Maior, mudou-se pra praça das Cinco Vilas e imediatamente, no século XVI, a sua localização atual. Após a elevação de escala, em 9 de março de 1959 o Papa João XXIII com a Bula ‘Quandoquidem Animorum’, a porta ficou a Porta Santa da S. I. Catedral.

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