Conquista Do Deserto 2

Conquista Do Deserto

Estes, sujeitos, sofreram a aculturação, a perda de tuas terras e de sua identidade ao ser deportados à força reservas indígenas, museus ou transferidos pra auxiliar como mão-de-obra forçada. Os dados são actualmente objecto de debate e visões diferentes, tal dentro como fora do povo. Contra essa apresentação oficial, alguns políticos e jornalistas argentinos da época, queixaram-se naquele momento o que consideraram um crime contra a humanidade cometido pelo Exército Argentino, em casos pontuais. A posição tradicional das comunidades mapuche, tehuelche e ranquel alega que se tratou de uma invasão ilegítima dos huincas argentinos sobre isso territórios ocupados ancestralmente.

Por se cuidar de culturas e idiomas diferentes, a terminologia usada pra identificar povos, nações, lugares, etnias, cargos e pessoas varia segundo a fonte. Os alcances dos conceitos são, diversas vezes, não não diversamente interpretáveis. Em alguns casos, a terminologia utilizada ou omitida pode ser analisada de modo pejorativa. Mapuche: é a palavra que usam os mapuches pra indicar-se a si mesmos. Deriva das expressões “mapu” (terra) e “che” (pessoa ou pessoas). Os conquistadores espanhóis chamaram os araucanos, termo que ainda fazem uso alguns hispanofalantes.

A República Argentina usado de forma oficial a designação mapuche. Tehuelche e Puelche: tehuelche é uma palavra derivada do mapudungun (gente arisca) para denominar um conjunto de povos que habitavam a Patagônia. É a denominação genérica com que os espanhóis e argentinos chamam a numerosos grupos nômades da Patagônia. Puelche (pessoas do leste) é assim como uma palavra mapuche para denominar os povos do leste dos Andes, que foi usado para povos como os gününa kUne, os patagônios e até mesmo para os mapuches tehuelches mapuchizados. A fusão de inmensuráveis povos numa só expressão, produziu historicamente desarrumação a respeito da identidade de qualquer um deles.

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A República Argentina usado oficialmente a designação tehuelche. Ranquel ou rankulche: é a castelhanização da frase mapuche rangkülche que vem de “rangkül” (cana) e “che” (pessoa) e que era utilizada para se denominar a si mesmos. Pros mapuches eram uma das 4 identidades territoriais do Puelmapu. A República Argentina usado de forma oficial a designação rankulche. Índios: Alguns argentinos costumam usar o termo “índio” para designar genérica e indiferenciadamente os índios e seus descendentes.

O termo teve origem equívoco já que foi originado pela crença europeia, de que o continente que, posteriormente, foi a América era, na realidade, a Índia, mesmo que logo se espalhou e é usado comumente. Para identifiquem-se as pessoas referidas com a expressão “índios” costumam usar as expressões povos originários ou indígenas. Por outra fração, mencionar o índio, como tal, é um insulto.

O é, simplesmente, um argentino, entre 37 milhões de habitantes, com os mesmos direitos e obrigações que todos. Não merece nenhum tratamento especial ou mais direitos do que outros, todavia nem sequer erro, que o substitui, que o relegue ou que o menospreze, já que também tem todas as prerrogativas constitucionais.

É o nosso conciudadano e, então, nosso irmão. Merece e tem todo o nosso carinho fraterno. Não mais, não menos. Caso oposto, é indigno e discriminatório. Araucano: é um termo que significa habitante de la Araucanía, ou Arauco, uma região que na atualidade se descobre em território chileno. Por extensão, se tem usado a sentença pra se referir a pessoas ou comunidades de língua mapuche para que se espalhassem a respeito de fora de Arauco.

Huinca: procede de wingka, a palavra indígena usada pra nomear os espanhóis que chegaram ao seu território, no século XVI. Por extensão, aplica-se aos chilenos e argentinos não-indígenas e não-negros, às vezes, com significado depreciativo. Em um motivo parecido são usadas em português as frases “cristãos” ou “brancos”. Para identifiquem-se as pessoas referidas com a frase huinca, utilizam a denominação de sua nacionalidade ou outro sujeição geográfica ou étnica. Desde a chegada à localidade pampeana dos espanhóis no século XVI, sucederam-se enorme quantidade de invasões de territórios em poder de diversos povos indígenas nas regiões pampeana e cartório.

A Primeira Junta determinou a Expedição às Salinas e à tua volta uma delegação indígena assinou um tratado com as Províncias Unidas do Rio da Prata. Em 1815, o general José de San Martín, solicitou permissão à nação pehuenche pra atravessar o seu território com o Exército dos Andes. Em 1820, a recém-desenvolvida Província de Buenos Aires e os povos indígenas pampeanos, assinaram o Pacto de Miraflores, estabelecendo a fronteira em linha para estadias ao sul do rio Salado.

Entre 1820 e 1824 sucederam-se as três Campanhas de Martín Rodríguez contra os indígenas. Em 1833 e 1834), o general Juan Manuel de Rosas, empreendeu uma campanha contra inmensuráveis grupos indígenas conhecida como Campanha de Rosas do Deserto. De acordo com um relatório que Rosas apresentou ao governo de Buenos Aires a um pouco de dar início tua conquista, o saldo foi de 3200 indígenas mortos, 1200 prisioneiros, e resgataram mil cativos.

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