De Balaguer À Premier League

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Balaguer conseguiu ganhar o rótulo de povo adepto de futebol. Não é nada fácil atingir uma estabilidade no futebol catalão no momento em que você está tão retirado de Barcelona, quando fazes porção da província de Lleida e no momento em que, também, não é nem a capital. Nesse ambiente cresceu um técnico que chegou a um banco de campeonato com mais valor de mercado do mundo.

Lá se fez homem do futebol desde que era uma moça, porque seu pai era o treinador da equipe. Lá, entendeu os conceitos do jogo ao grau do chão, aquele que está tentando implantar nos lugares mais distantes da filosofia do toque. E um dia, ainda muito jovem, foi se bem que. Primeiro a Saragoça, depois, ao universo. Depois pro Wigan. Viveu no Reino Unido, a carreira do jogador que se destaca muito em categorias modestas: herói de jornais locais, lenda de clubes de magnitude pequena, porém de amplo espírito.

Ao longo do jogo, agora pensava em dirigir. O futebol não apenas estava em seus pés, tinha a cabeça. Um de seus materiais, o Swansea, lhe deu a oportunidade de treinar no momento em que ainda não havia pendurado as chuteiras. Sucesso rápido: ascensão pela primeira temporada completa, e o oitavo território na segunda, roçando o play-off da liga e assinando um caminho de sucesso na FA Cup.

o Seu nome começou a tocar em Portugal, onde poucos sabiam dele até desse modo. E os que o conheciam, não tinham dúvidas: estava destinado a surgir ao grau máximo. Hoje cumpriu-se o sonho. Vinte jogadores que tem a liga que apaixona o universo. Um é pra ele. O Wigan. Roberto Martínez é um técnico de Premier League. Não vem sendo simples. O Swansea conhece o valor de Roberto e a todo o momento lutaram até o último momento pra impossibilitar sua saída.

Primeiro, pedindo uma altíssima contrapartida que afastou até já ao Celtic, bem como interessado. Depois de reclamar um segundo pagamento por assessores que o técnico de Balaguer queria transportar pro Wigan. Se atingiram ambos os acordos, deste modo assim como Iñaki são paulo e Oscar Brau -e outros dois participantes britânicos do staff – o acompanharão na nova aventura.

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Agora é começar a trabalhar, planejar uma temporada que será muito complicada. Steve Bruce colocou a fasquia muito alta, evitando até já o sofrimento de um clube que, por estrutura, história e escolhas económicas, parecia condenado a guerrear pela permanência até a última jornada. Os defeitos são capazes de ampliar se, como parece, o presidente é forçado a vender o equatoriano Antonio Valencia, um meio-campo que se interessou pelo real Madrid no inverno e que neste instante você pode acabar com o Manchester United.

Haverá contratações pra tentar aperfeiçoar o nível de um padrão confortavel -em que se notabilizam jogadores como Lee Cattermole ou Hugo Rodallega – e o último crack de Roberto no Swansea, Jordi Gómez, prontamente soa como possível reforço. Vendo os antecedentes, está claro que buscará jogadores no mercado português, essencialmente por uma questão de estilo. Termo copiar alguns trechos da entrevista que eu fiz com Roberto em seu escritório do Liberty Stadium, em Swansea, em maio de 2007 para Rádio Marca.

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