E o Que Ou seja “meta-teatral”?

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você Tem o javascript desativado no momento. Muitas funções são capazes de não funcionar. Por gentileza, reativa o javascript pra comprar a funcionalidade completa. Desde os tempos da Poética de Aristóteles (século IV a.c), o gênero dramático a toda a hora foi dividido em duas grandes vertentes: por um lado, a tragédia, e, por outro lado, a comédia.

o cômico e o trágico, nasceram multidão de informação e variantes que se montaram em textos literários, e claro, nos cenários. Dentro da comédia, um dos focos mais aplaudidos pelos espanhóis foi a revista. A revista, que nasceu no século XIX, é concebido como um espetáculo que combina música, cante, dance, e várias vezes, breves cenas de teatro ou esquetes, com um término satírico e bem-humorado.

Muitos dos elementos da comédia musical, o cabaré, o extravaganza, o artista, ou o vaudeville serão assimilados na revista. A música assim como podia fazer quota desses espetáculos. O intuito é fazer rir e desfrutar ao receptor, o qual usa o show com um final evasivo (esquecer-se de suas preocupações diárias, e passar um tempo agradável no teatro).

Em diversas ocasiões, deve-se desfrutar a elementos que “acariciaram” o erótico (vedetes com um corpo humano lindo, ligeritas de roupas, movimentos sensuais, insinuações e informações “excêntricas”, etc…). Embora a data de ouro da revista foi no tempo 1920-1940, em Portugal continuou cultivando no decorrer da ditadura de Franco. Evidentemente, trata-se de uma revista bem mais demure e menos explícita, no componente erótico. Tende em conta que, imediatamente, as obras e os espetáculos teatrais tiveram que atravessar a aprovação da censura.

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nos anos 80, com a chegada do destape, o gênero recuperou o erotismo de sua primeira época, mas nesta hora com mais “força” do que nunca. O quadro de avisos é sobresaturó de revistas que utilizavam o espetáculo como um pretexto pra declarar corpos femininos. A história e os efeitos cénicos perderam credibilidade a favor do estético e corporal.

Todas as revistas seguiram os mesmos esquemas e protótipos. Isso acabou cansando o receptor, de tal forma que a revista começou a perder força. Já diz o ditado: o pouco adoro, o quanto cansa. Ver uma mulher em trajes pequenos, começou a ser qualquer coisa normal, e agora não impactaba tal como ao princípio da democracia. Assim, muitas revistas dessa época passaram sem pena nem glória, em razão de a gente está cansado de ver de perto a toda a hora o mesmo. A canção tem um potente tema meta-teatral. E o que ou seja “meta-teatral”? Isto significa que a música (que é um texto teatral) serve para discutir de conteúdos que têm que acompanhar com o teatro. É o teatro dentro do teatro.

A protagonista está dando um amplo muito obrigado a cada um dos espectadores que vieram enxergar a representação. Tende em conta que o público está a gastar uma estabelecida quantidade de dinheiro pra obter a entrada para o espetáculo. As pessoas que trabalham no teatro (atores, diretores, cenógrafos, roteiristas, maquiador, etc..) sobrevivem devido a que existe um público interessado pelo gênero teatral, que está disposto a pagar esse dinheiro. Sem esse público não teria atividade, e, desta forma, estas pessoas não poderia obter os feijões com o teatro.

Desta maneira, as representações teatrais se adaptam aos gostos do público majoritário (para obter rentabilidade). Com esta canção Lina Morgan engrandece e valoriza a credibilidade do público no teatro. Dessa maneira, a cantava como introdução em cada um de seus shows: para que o público se sentisse valorizada e se deu conta de que é uma peça fundamental em todo o modo.

Se o público se sente bem tratado (através de alusões, elogios, vocativos, etc…), definitivamente, repita-o uma segunda vez. Além disso, o componente meta-teatral se manifesta no evento de que o eu poético nos explica como se sente no momento de subir a um palco. A canção se recolhem um conjunto de emoções e reflexões, que têm como objetivo destacar a paixão que tem o eu poético pelo mundo teatral e artístico. Na primeira estrofe, nos fala do “bichinho” que os artistas sentem quando está com a finalidade de começar a atividade.

Por outro lado, a tendência para somar e acumular complementos circunstanciais de forma (“novo”), de tempo (já) e de ambiente (“nesta hora”). Quando estamos nervosos, tendemos a pronunciar-se além da conta e custa-nos “dirigir-se direto ao ponto”. Em qualquer tipo de manifestação artística (pintura, música, literatura, teatro, etc…), cria-se uma realidade autônoma e independente, que funciona com suas próprias regras e códigos. Uma coisa é o universo real, e outra coisa é o universo que se cria dentro da obra artística.

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