“É Verdade Que Parece Que Não Há Reposição Para o Ténis Português”

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O tenista espanhol, que iniciou teu percurso pela presente edição do primeiro Grand Slam do curso, concedeu uma entrevista exclusiva à Agência EFE no Melbourne Park, sede da batalha. Este ano vem sendo particularmente vigoroso. Se de imediato, por si, suas férias são reduzidas, este a intensidade tem-se acentuado. O Masters de Londres, os jogos de apresentação com Roger Federer e imediatamente, neste local pela Austrália, volta a começar. A única coisa que me passa na cabeça é jogar bem cada dia. Evidentemente, o tênis, o calendário, é desse jeito.

É uma jornada contínua. Não se poderá avaliar que tenha um contrato comprido. Duas semanas e meia de descanso é o que há. Este ano não pude parar pra descansar pra recuperar e voltar a começar a jogar. Se tudo correr bem, após jogar nesse lugar, eu vou conduzir um mês pra trabalhar mais tenísticamente e fisicamente.

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Chega o Aberto da Austrália com uma motivação adicional. Fazer um pouco mais de história com a vitória do quarto Grand Slam consecutivo. A gente sempre diz que não pensa em desafios desse tipo. Mas não pensa, deste tempo de descanso, tranquilamente, pela probabilidade de alcançar alguma coisa fora do alcance da maioria dos grandes nomes da história do tênis? A única coisa que me passa na cabeça é jogar bem cada dia. Encontrar o sentimento adequada pra fazer um amplo campeonado.

Não me passa na cabeça obter o quarto seguido, porque ainda está muito longínquo e é trabalhoso começar a avaliar essa hipótese. Mas há que continuar a trabalhar cotidiano e só dessa forma terei a probabilidade de fazer um excelente torneio. O Aberto da Austrália, agora faz quota do seu currículo. Foi teu há dois anos.

nessa edição lembrada pelo épico jogo com Fernando quinto set na fim, e as lágrimas de Roger Federer, depois de perder a término com você. Com quais sentimentos você regressar? Quais são as lembranças que você tem deste modo? Este é um campeonado do qual eu tenho grandes recordações desde a primeira vez que vim e eu brinquei com Lleyton Hewitt pela pista central. Depois bem como no momento em que eu joguei um ano depois, em 2005, assim como com Hewitt, um jogo acentuado de 5 sets.

E depois, claro, a semifinal de 2009 que foi um jogo excelente. A semifinal com Fernando quinto set. Os 2 jogamos super bem. Nunca pela minha vida vi jogar portanto. E depois da final, Federer, que acabou de forma dramática. É a lembrança de uma vitória que não tivesse esperado nunca como era antes da fim. Acabou com as lágrimas de Roger Federer. Não foi um ciclo agradável, todavia faz parcela do esporte. Tu tens chorado alguma vez após uma derrota? Sim. Bastantes. Bem, bastante, também. A encerramento de Wimbledon em 2007, a título de exemplo, cheguei ao vestiário e fiquei meia hora feito pó. Menos mal que, posteriormente, aguentei fora.

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