Engenharia Social (ciência Política)

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A engenharia social é um termo empregado em duplo sentido. Primeiro: esforços pra influenciar atitudes, relações e/ou ações sociais da população de um país ou localidade e, em segundo recinto: uma maneira de implementar ou aproximar programas de mudanças sociais. Ambos os significados envolvem tentativas de extenso escala, seja por governos ou grupos privados. Rotular uma política como “engenharia social” é muitas vezes uma charada de intenções ou percepções. O uso da sentença iniciou-se em 1894 com um ensaio do empresário e filantropo holandês J.C. França por Émile Cheysson —um dos integrantes do Musée social. O conceito recebeu seu superior impulso nos estados unidos.

A ideia central de todo o anterior era de que não havia, nas indústrias— uma função “social” paralela à dos conhecimentos técnicos. Em novas frases, sugere-se que a origem do termo está no conceito de filantropia, tal como foi entendido pelos pensadores liberais da segunda metade do século XIX.

E que na tentativa de elaborar os “engenheiros sociais” como um grupo especializado de “intermediários racionais” entre o capital e o serviço, seus proponentes eram ainda mais empurrados, à procura de um objetivismo científico, a adotar uma posição mecanicista. Para a década de trinta e quarenta do século XX, o termo caiu em desuso na maioria dos países. Fundamental para o desenvolvimento dessas escolha foi o serviço de Alex Carey. Carey diferiu entre publicidade —que é a promoção de produtos ou serviços— e relações públicas, que é a promoção dos interesses corporativos seja de uma corporação ou organizações em geral.

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em Conseqüência, em tal grau ele como outros anunciantes têm sido acusados de serem propagandistas e manipuladores enganosos que representam interesses setoriais contra o interesse público. E que este exercício da propaganda corporativa tem fins apenas comerciais, no entanto bem como sociais e políticos. Isto é foi alegado que, nos países democráticos, em tal grau o poder político como o econômico são vulneráveis à manipulação da opinião pública. Ou melhor, que, de tempo em tempo, torna-se geral a percepção de que o sistema capitalista é operador ou abusivo.

Quando isto ocorre, cria-se uma ocorrência em que se exigem medidas de solidariedade social, incluindo impostos mais altos e progressistas, e algumas medidas de política social que são vistas como não desejáveis pelos interesses corporativos. Isso cria uma procura nesses setores pra combater estas opiniões, o que é implementado por meio de medidas de relações públicas que envolvem o serviço de cientistas sociais e especialistas em moldar a avaliação pública.

Talvez o exemplo mais conhecido e citado acima seja a manipulação de toda a população através da propaganda ao longo do regime nazista. Uma pluralidade de objetivos e técnicas similares conseguem ser encontrados em outros regimes ditatoriais. Alguns autores têm visto a Revolução cultural da china como uma tentativa de engenharia social, dado que a idéia maoísta que a nova China deveria romper com os hábitos feudais do passado obteve amplo seriedade.

todavia, parece crucial constatar que nem sequer todo regime autoritário obrigatoriamente emprega directamente métodos ditatoriais de alterações culturais. Convém recordar que, pra Lenin – o principal da “nova cultura” era livrar-se dos piores estilos da “cultura feudal” que ainda existia pela Rússia, naqueles tempos, reemplazándola com uma “cultura burguesa”. O uso dos espaços públicos como “condensadores sociais” exemplifica essa clareza. Argumenta-Se que, pro término de sua existência, Lenin propôs uma “revolução cultural”, baseada no cooperativismo.

Essa ocorrência de liberdade artística cultural mudou ante o regime de Stalin, para que pessoas não era aceitável a vivência de cada forma de cultura “não proletária”, sendo ele mesmo quem definia o que era ou não “proletário”. Governos autoritários tendem a implementar programas menos intensos ou longos, todavia mais votados, que, supostamente, dão resultados mais duráveis.

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