Escola De Latinidade

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O currículo ou plano de estudos destas escolas baseava-se principalmente em textos clássicos, embora bem como se incluíam medievais. Várias vezes, não utilizavam os textos originais, porém adaptações alteradas pra adicionar histórias morais ou exemplos pedagógicos das regras gramaticais. Era tradicional recorrer à maneira poética ou a fábula.

Se iniciavam com a gramática básica, e progressivamente se introduziam nas leituras latinas mais difíceis, como o Donatus (estádio do Ars Minor), um manual de sintaxe que se memorizaba, ou outros texos mais avançados, que incluíam glossários e dicionários. À medida que se avançava no Ars Dictaminis, se insistia pela teoria e pela prática da escrita de cartas formais em prosa. A poesia costumava ser uma matéria apreciada pelos professores, não apenas por seu valor no ensino do latim, entretanto como carro de valores morais e para a mnemónica

Ars Dictaminis era uma área de estudo que foi desenvolvido em finais da Idade Média como uma resposta ao acréscimo da procura social de comunicações escritas, principalmente entre as elites políticas e religiosas, entretanto não restrita a elas. O Ars Dictaminis revisto baseou-se numa das obras de Cícero, De inventione, e uma pseudo-ciceroniana, Rhetorica ad Herennium. Seu processo baseava-se numa infraestrutura de 5 partes: salutatio (saudação), benevolentiae (adquirir a aquiescência do receptor), narratio (o ponto da conversa), petitio (pedido) e conclusio (conclusão). Esta apresentação sistemática é atribuída a preferência medieval pela organização hierárquica.

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Idade Moderna da europa ocidental. Se confiava em que somar uma apoio firme nas “letras humanas” ao ensino elementar garantia o sucesso académico. Os que se limitavam a Ars Dictaminis e não seguiram com o estudo das “ciências humanas” não eram aceitos nas chancelarias europeias da segunda metade do século XV0. Esta nova disciplina acadêmica, incluía textos medievais, no entanto principlamente na literatura clássica, incluindo textos latinos como gregos, bem como história, retórica, dialética, filosofia natural, aritmética e línguas modernas. O exercício de autores pagãos tornou-se mais comum à capacidade que as instituições eclesiásticas se envolviam menos no procedimento humanístico usado nas organizações acadêmicas pré-universitárias.

Os Colóquios de Erasmo (1518), um livro que contém diálogos que visam ao estudo da gramática latina, ficou um dos livros mais difundidos de teu tempo. Semelhantes foram os diálogos da Exercitatio linguae latinae de Luis Vives. Os alunos dos Studia Humanista eram vistos como capazes em tão alto grau de exercer ocupações próprias do universo da política e do universo dos negócios.

O aprendizado dos clássicos e de outras matérias desse currículo capacitaba ao que obtinha para conversar, argumentar e publicar com eloquência e relevância. Comenius, a começar por 1631, idealizou um modo de Schola latina, parcialmente inspirado em obras do Brocense, que deve ser traçada desde os doze aos 18 anos de idade.

Para segui-lo, escreveu três livros: Ianua Linguarun reserata (que reúne oito 1000 palavras latinas, apresentadas em 100 capítulos sobre a meio ambiente e a existência comum dos homens), Vestibulum Linguae Latinae (como preâmbulo ao primeiro) e Atrium Latinitatis (como efeito). O sucesso do Ianua foi inesperado, e se difundiu por toda a Europa em edições bilíngües, trilingües e até cuadrilingües.

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