Escravidão Na Europa Medieval

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A escravidão na Europa medieval tinha terminado praticamente o ano 1000, substituída pela servidão. Permaneceu mais tempo pela Inglaterra e nos domínios relacionados com o mundo islâmico, onde a escravidão continuou. Os critérios da igreja aboliu a escravização para os cristãos. As principais línguas europeias, usam variações da expressão “escravo”, com fonte aos trabalhadores eslavos de Bizâncio. O caos que se seguiu às invasões bárbaras do império Romano fez a tomada de escravos comuns em toda a Europa pela Idade Média.

Estes criminosos se tornaram escravos de suas vítimas, muitas vezes com a perda de seus bens. À proporção que esses povos foram cristianizados, a igreja trabalhou ativamente pra restringir a prática de manter os religiosos em cativeiro. Patrício da Irlanda, que ele mesmo foi capturado e escravizado, protestou, em sua carta aos soldados de Ceretic Guletic ou Coroticus, contra um ataque que escravizou os recém-batizados cristãos.

Alcorão afirmou que os escravos deveriam ser tratados bem, como fez um Hadith atribuído a Maomé”. Os contratos de mudança muçulmanos (mukataba) nos apresentam uma ocorrência pouco invejável. Contrariamente às suposições de historiadores como Marc Bloch, a escravidão montou-se como uma escola na cristandade medieval da Iberia. A escravidão existia pela região sob o domínio dos romanos, e continuou ante os visigodos.

Pelo século V até o começo do século VIII, uma grande divisão da Península Ibérica, foi governada por reinos cristãos visigóticos, os governantes, os quais trabalharam para codificar a escravidão humana. No século VII, o rei Chindasvinto emitiu o Código de Recesvinto ou Liber Iudiciorum, o que posteriormente reis visigóticos adicionou uma nova legislação. Embora o reino visigodo desabou no início do século VIII, partes do Código visigodos se mantiveram em alguns lados da Espanha nos séculos seguintes. O Código, com a tua atenção pronunciada e frequente a situação sensacional dos escravos, revela a continuação da escravidão como uma entidade em Portugal postagem romana.

O Código regulava as condições sociais, a conduta e os castigos de escravos na Espanha medieval. Proibiu o casamento de escravos e pessoas livres ou libertas. Ao contrário do correto romano, em que apenas os escravos eram passíveis de punições corporais, sob a lei visigótica, as pessoas de qualquer condição social estavam sujeitos a castigos corporais. O castigo físico, por especificação geral, golpes, administrado aos escravos foi consistentemente mais exigente que os administrados a pessoas liberadas ou livres. Os escravos bem como podiam ser obrigados a sobressair, ante tortura. Podiam ser torturados para destacar o adultério de seus donos, e era ilegal libertar um escravo por o que ele ou ela poderiam notabilizar sob tortura.

A superior responsabilidade dos escravos contra o castigo físico e tortura judicial, sugere tua situação social inferior aos olhos dos legisladores visigóticos. A escravidão se manteve persistente na Ibéria cristã após a vitória omíada de Hispânia no século VIII, e os códigos de leis visigóticas continuaram controlando a domínio de escravos.

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Como diz William Phillips, da Península Ibérica medieval, não tem que ser considerada como uma população de escravos, todavia como uma sociedade que possuía escravos. Os escravos representavam uma percentagem relativamente pequena da população, e não constituíam uma cota importante da mão-de-obra. Por outra cota, sempre que que a existência da escravidão continuou desde o período anterior, o exercício de escravos na cristandade post (e difere dos primeiros períodos.

Ian Wood tem sugerido que, ante os romanos, a maioria da população escrava vivia e trabalhava em propriedades rurais. Os escravos tendiam a ser de posse individual, ao invés de em grandes grupos. Parece ter havido diversas mais mulheres do que homens escravos, e que as utilizavam com maior freqüência no serviço doméstico.

neste sentido, as corporações de escravos em Aragão, além de tudo, se assemelham aos de outros reinos cristãos do Mediterrâneo, França e Itália. Os reinos de Leão e Castela, a escravidão continuou o modelo visigodos mais de perto do que em os reinos do litoral. Os escravos de Leão e Castela eram mais propensos a serem empregados como trabalhadores de campo, suplantando a mão-de-obra livre pra suportar uma nação aristocrática rural. Estas tendências das populações de escravos e teu uso mudaram a finalidade de peste negra em 1348, o que aumentou significativamente a inevitabilidade de escravos em todo o território da península.

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