Europa (e em Espanha) Têm Futuro

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A mensagem foi encorajador. Muitos participantes da última jornada da ExpoManagement, consumada na quinta-feira em Madrid, ficaram com um certo alívio. Economia e Finanças com o Governo de Rodríguez Zapatero, Pedro Solbes. É mais, se não ficou claro, insistiu: “O euro continua poderoso, vivo. Há que desenvolver esse com medidas de coordenação e de uma política fiscal forte”.

Para o Tempo não é o momento de dar território ao pessimismo, todavia sim de descobrir uma oportunidade pra que as dificuldades para empreender grandes alterações. E afirmou que é relevante crescer, ser mais flexíveis e competitivos, cortar os custos e recuperar a segurança. Solbes observou que, com conexão a Espanha é muito mais otimista, apesar de alguns indicadores negativos, como a queda da exportação, “porém depois continuamos participando da quota internacional”. Elogiou o papel e a modernização das organizações portuguesas que têm vindo a competir fora da Espanha, e garantiu que nos resta um tempo muito comprido caminho em inovação.

Porter mostrou uma anedota muito gráfico sobre como competir. Mas um dia a água neste instante não estava. Era fração dos cortes. Para este professor de estratégia, o hotel deixou de ser único, perdia fração de sua essência. Original como o modelo sueco Ikea, explicou Porter, pelo motivo de esta corporação tem muito claro o teu padrão de negócio e quem são seus clientes, algo que lhes converte em incopiables.

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Outro professor e escritor de sucesso, Nassim Taleb, disponibilizou seus próprios conselhos, e muitas advertências, as economias europeias. E acima de tudo avisou a Governos, corporações e economias familiares do perigo da dívida. Alan Greenspan e Ben Bernanke, presidente da Reserva Federal, não ter visto os riscos evidentes. Assim que este ensaísta, autor do best-seller O cisne negro: o impacto do altamente improvável, aconselhou aos gestores presentes a aprender com os erros.

O professor de Economia da Esade Xavier Mena, que participou de uma mesa redonda em que bem como conversou a respeito de os desafios que se lhe colocam a Portugal, declarou que “a reforma de trabalho deveria ter sido bem mais profunda”. Entre algumas razões já que o decreto-lei não adiciona a reintegração no mercado de serviço não é o conteúdo de flexibilidade de horário. O diretor mais bem sucedido do século XX, eleito durante seu tempo como presidente da General Electric (GE), Jack Welch, ordenou uma grande mensagem pros gestores e empresários portugueses.

E lembrou a época em que, nos Estados unidos governo de Jimmy Carter, “as taxas de juro estavam acima de 20%, o desemprego chegava a 15% e o dólar ir dos solos, ser americano era mal visto”. O segredo pra sair à frente, apontou, é cercar-se de “os incríveis, não autocompadecerse e achar uma chance”. Eram tempos complicados, contudo “você pode escolher entre ser uma vítima ou sair do impasse”. Outra recomendação que enviou os espanhóis foi a de ser muito transparentes.

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