“Há Mais Açúcar Na Cozinha Salgada Do Que Em A Doce”

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você Foi um pirralho guloso? Sim. Eu Nunca fui chocolateiro mas comia muito doce e eu apreciava as coisas de farinha: o pão, os bolos, as bolachas e os biscoitos. Sempre fui gordo e a escola me chamavam de Bolinha. Há dez anos me submeti do estômago, visto que pesava 162 quilos. Não precisa fazer nenhuma graça que o cole chamem Bolinha.

O levava bem, já que eu era um gordinho muito feliz. O único que me traumatizaba era ir comprar roupa e não achar a que eu mais gostava no meu tamanho. “Sempre fui gordo e a instituição de ensino me chamavam de Bolinha. Mas chegou um período em que decidiu deixar de ser gordo.

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A obesidade é uma doença crónica, com uma predisposição genética. E no setor de meu pai temos operado cinco primos. Reme, prima, irmã e sócia de Espai Sucre, fez uma diminuição de estômago e no momento em que vi que tinha ficado super bem me encorajei-o a solicitar uma visita com o teu cirurgião e me fiz observação. Estranhamente saíam muito bem e não tinha nem colesterol, porém eu vi que se pensava operarme qualquer dia, aquele era o instante, já que, no futuro, começaria a ter problemas associados à obesidade. Assim que o fiz por uma pergunta de saúde. E a redução de estômago lhe alterar a vida?

Não, todavia nesta hora encontro a roupa que eu gosto e não me canso em tão alto grau como antes. Lembro-me que no momento em que viajava a Nova York eu levava uma mala vazia pra enchê-lo de roupa. Quando se queria experimentar uma calça numa loja de se perguntavam se desejou um tamanho 2XL 3 XL ou 4… e eu lhes dizia, orgulhoso, que com uma 2XL tinha o bastante. Eu mesmo senti magro. Você demorou a se acostumar com o teu novo corpo humano?

Houve um ano e meio de modo, porque você vai para a perda de gordura e cheguei a perder os meus 162 quilos a menos de 80. Ainda vêm alunos que vêem minhas fotos nas redes e não me reconhecem. Eu lhes digo que o das imagens é o meu outro eu. E é verdade que as pessoas lhe custou habituar-se, principlamente, deste tempo inicial em que o seu corpo humano não está achado, você parece abatido.

No decorrer do tempo no momento em que encontrava, Juan Mari Arzak me perguntava: “o” No final, a coisa se põe no blog: de imediato peso noventa quilos e me sinto muito bem. Você Se preocupa com a saúde? Pois sim, eu me preocupo com a alimentação porque não pretendo retornar atrás. Como foi a gula que o levou pra cozinha açucarado?

De nanico nunca tive o desejo de me prestar a nada referente com a alimentação. Meus pais, imigrantes andaluzes, que não queriam pra seus filhos um trabalho manual, que pois estava pior visto, e eu sonhava com a usar-me a qualquer coisa intelectual. Fui para a faculdade, que era a meca para minha família, e estudei Magistério porque a todo o momento gostei de explicar.

Havia sido monitor de moças e tinha uma vocação clara de docente. De onde surgiu a paixão por montar sobremesas? Eu tive a sorte de me relacionar com um personagem muito especial que foi Jean Luc Figueras, um cozinheiro absolutamente bom. Eu não sei como eu fazia, visto que não era do tipo que se interesase muito por tudo o que o cercava, nem ia aos congressos, ou a ingerir muito fora. Não era como um Santamaria, que era um grande historiador da cozinha, que tinha paixão e respeito. Ninguém sabe de onde tirava tudo aquilo.

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