Mídias sociais, o negócio Próspero, Ou da Próxima Bolha Da Internet?

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há um tempo, assistimos à proliferação de diversas redes sociais e comunidades virtuais na Internet (Facebook, MySpace, Tuenti…) as que poucos permanecem até hoje alheios. Um fenómeno imparável que está modificando a nossa forma de nos relacionarmos e, até já, as estratégias comerciais e de marketing de algumas corporações. Suas escolhas parecem infinitas e teu desenvolvimento, apesar da incerteza, até nesta hora tem sido inquestionável. Mas, existe um padrão de negócio realmente sólida que sustente estas redes? De onde vêm os seus rendimentos?

você Pode subsistir apenas graças à publicidade e um pouco mais? Na nossa memória ainda é recente o estouro da bolha de Internet que, entre dois mil e 2001, arrastou consigo a dezenas de corporações nascidas em plena turbilhão do item. Na década de 90, a popularização da Internet animou algumas corporações a apostar nesse novo canal de venda, sem barreiras geográficas e com enormes nichos de mercado em todos os setores.

Muitos investidores, com o temor de continuar de fora desse boom, queriam assim como ser feita com um pedaço do bolo que oferecia Internet. Possibilidade de ampliar o volume de negócios, a diversificação, a diminuição nos custos operacionais, a obtenção de sinergias, etc., Todos eram vantagens e a rentabilidade parecia estar assegurada. Não obstante, como enfim ficou de manifesto, muitas destas corporações não souberam gerir bem seus ativos, por causa de teu paradigma de negócio partia de pressupostos errados.

você Terá aprendido daqueles erros ou necessitam afrontar Facebook e novas redes de sucesso em circunstâncias idênticos? O mercado atravessa ciclos e, ao desfecho, todas as bolhas acabam explodindo. Primeiro foram as do item, depois do private equity e o sector imobiliário… Qual será a próxima? As comunidades da Internet?

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Quanto tempo falta para que seja uma realidade o pâncreas artificial? Você voltou a ver de perto a menina que lhe inspirou para fazer essa engenhoca? Não, ela específico, não. Temos muitas pessoas com diabetes próximas à companhia que nos apoiaram no desenvolvimento de ferramentas e, entre eles, sim, há moças. Dá-Me a sensação que aos vince e seis anos recém-completados acumula diversas vivências. Ia pro neurocirurgião, todavia, em vez disso, ele embarcou em montar uma organização com um pouco mais de 20 anos.

Para dar início esse projeto a essa idade, há que ser corajoso ou um bandido? Não sei se se trata de coragem, o que tenho certeza é que você deve ter paixão e perseguir um sonho. O que me permite acompanhar e trabalhar tudo o que é preciso é a emoção de saber que você está montando uma coisa que vale a pena brigar e o que diversas pessoas conseguem se beneficiar. A mim, pessoalmente, me chama muito a fazer ciência louca, eu gosto da ciência, me tornei médico nesse fundamento, para proteger as pessoas, e é isto que me faz seguir em frente. Mas empreender tem seus riscos.

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