Não, Os Cães Não São (tão) Inteligentes

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ao oposto do que diversos costumam refletir, os cães não são inteligentes. Ou, no mínimo, não de uma maneira excepcional, ou especial, quando comparados com as “habilidades mentais” de várias novas espécies não tão próxima do homem. Esta deslumbrante conclusão resulta de um estudo desempenhado por pesquisadores das unversidades britânica de Exeter e Canterbury Christ Church e recém-publicado pela revista Learning & Behavior.

Foi dessa maneira que os pesquisadores se deram conta de que as capacidades cognitivas dos cães são, no mínimo, correspondidas por várias espécies de qualquer um desses grupos. Conforme explica Stephen Lea, da Universidade de Exeter e primeiro signatário da procura, “no decorrer do nosso serviço, pareceu-nos que muitos estudos pela investigação de cognição canina tinham como objetivo predefinido ‘testar’ o inteligentes que são os cães”. Quer dizer, se partia do início de que os cães são inteligentes e se concentraram os estudos parfa descobrir até que ponto. A investigação centrou-se em aspectos tão variados como a cognição sensorial, a cognição física, cognição espacial, a cognição social e a autoconsciência.

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O piá morreu como decorrência de ter sido alimentado exclusivamente com leites vegetais (de aveia, de arroz, de milho ou de quinoa), que não são suficientes, nem ao menos têm os nutrientes necessários. No instante de seu falecimento, com 7 meses, pesava 4,três kg, estava “totalmente desidratado”, tinha o “estômago vazio” e estava “anormais desnutrido”.

O glúten não é indispensável pra qualquer ser humano. Trata-Se de uma mistura de proteínas de miúdo valor nutricional e biológico, com baixa propriedade por causa deficiências em aminoácidos respeitáveis. A genética de risco (presença dos haplótipos HLA-DQ2, HLA-DQ8 ou algum de seus alelos) é um sério fator que prevê a hipótese de montar a doença celíaca.

A gliadina, proteína rica em resíduos de glutamina e prolina, é a fração solúvel em álcool do glúten e contém a maior parte dos produtos tóxicos. As proteínas que constituem o glúten têm uma composição química complexa, que permite que as propriedades de amassar a farinha de trigo, por exemplo a perícia de absorção da água, a coesão, a viscosidade e elasticidade. O glúten é o responsável pelo atribuir elasticidade e plasticidade das massas e evitar que o artefato fim se desmenuce, por tuas características adesivas.

Desde a primeira década do século XXI tem tido o cultivo de espécies ricas em glúten, por intermédio da hibridação, e ao mesmo tempo estão procurando culturas geneticamente modificadas pra fornecer trigo sem glúten. O glúten é uma proteína indispensável para o ser humano e pode ser substituído, sem qualquer problema por outras proteínas animais ou vegetais.

A introdução de aveia na dieta sem glúten tem sido um cenário de debate nos últimos anos. Estudos e revisões recentes têm lançado luz sobre esta dúvida. Todas as variedades de aveia contém glúten. Trata-Se de proteínas parecidos à gliadina do trigo, denominadas aveninas, que hoje em dia está demonstrado que podem produzir reação em pessoas que sofrem de distúrbios relacionados ao glúten. A isto se soma que a aveia freqüentemente está contaminada com outros cereais com glúten.

Estudos atuais sobressaem que as variedades de aveia com diferentes graus de toxicidade. Nem a carência de sintomas digestivos, nem a negatividade dos anticorpos garantem que exista uma recuperação da mucosa intestinal. O glúten é muito procurado em o mundo todo, principalmente na indústria alimentar, todavia assim como de outros tipos, devido ao teu preço reduzido econômico e tuas propriedades viscoelásticas e adesivas exclusivas. Como aditivo, é usada pra referir viscosidade, espessura ou volume a uma extenso quantidade de produtos alimentícios, o que faz com que exista a presença de proteínas tóxicas pra uma quota da população em produtos menos suspeitos.

Mais da metade dos alimentos que são comercializados na atualidade contém glúten de trigo, cevada, centeio ou aveia como espessante ou aglutinante, em forma de contaminação cruzada, ou mesmo por adulteração. Há que certificar-se de que as farinhas foram moídas em moinhos independentes de cereais com glúten e certificadas sem glúten, já que do oposto não seriam adequadas para o consumo. É considerável, de forma especial no começo da dieta sem glúten, minimizar o consumo de alimentos preparados e de alimentos específicos para celíacos, até que se produza uma clara melhoria digestiva, para colaborar a recuperação intestinal.

Uma escolha muito confortável e econômica é a utilização de uma panificadora caseira para a elaboração de pães e biscoitos, com a ampla gama de farinhas sem glúten existentes no mercado. As vantagens são a praticidade de preparação, o barateamento do item e a hipótese de selecionar os ingredientes, evitando ou diminuindo consideravelmente a amplo quantidade de aditivos químicos presentes nos produtos específicos pra celíacos.

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