“Nosso Objetivo É Ganhar O Oscar”

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

Mulher de talento e mãe de duas criancinhas, Emma compartilhe teu ofício com seu marido, o produtor Borja Pena. Os dois seguram uma organização que nasceu “pela periferia de Portugal”, mas que hoje ocupa um dos primeiros lugares das produtoras nacionais. Após o sucesso de “Cela 211”, décimo video mais visibilidade em nosso nação, com uma coleta de mais de 13 milhões de euros em bilheteira, VacaFilms volta com outra megaproducción, dessas que “cheira a sucesso”, é certo que a Emma. Já passou da embriaguez cinefila do Goya de há um ano e meio?

Sim, a verdade é que sim, no entanto por bastante tempo que passe, sempre vai ser especial. “E ele me argumentou que sim, que se lembrava, visto que era o que mais tinha gravado em sua memória. Você se apresenta conta de que é portanto, e aguardo que tenhamos vários sucessos como “Célula”, possamos entrar em tantos festivais e tenhamos o reconhecimento de prémios que tiveram com ela. “Célula” foi como o primeiro amor de juventude, aquele que nunca se esquece. Como foi o sucesso de “Cela 211” trabalhar com mais calma? Nós já temos um patamar muito alto, em razão de nós somos muito detalhistas com os resultados.

Há um repercussão relevante, que é o económico e financeiro, as produções e isto a toda a hora o conseguimos. O importante é que bem como tenham uma rentabilidade social, entendida como geradora de emprego, essencialmente pela Galiza, de técnicos e atores, e isto é uma coisa que a todo o momento tentamos. O público é importante e sendo assim tentamos que os vídeos que produzimos sejam vistas pelo maior número de pessoas possível, tentando dominar o público, pela característica e do entretenimento: essa é a nossa fórmula. Fala do impulso pra Galiza, o

“Célula” essa motivação pro cinema galego que prontamente mencionou em Goya? “Célula” foi uma injeção de autoestima para todas as pessoas da profissão. Se você vê que uma empresa como a Vacafilms podes obtê-lo, isso incentiva algumas organizações por aqui novamente. Não desejamos ser um paradigma a seguir, contudo ao visualizar que os outros o são capazes de, e enxergar como o fizeram abre um caminho. Tudo o que seja agradável para Vacafilms é prazeroso pro audiovisual galego, um audiovisual muito rico, porque há uma amplo abundância de produções e uma base muito consolidada de técnicos e atores.

  • Cinco Futebol americano
  • 2018 – Sem rodeios
  • Jalu (discussão) 12:20 dois dez 2011 (UTC)
  • 1998: Edição Especial Turnê ‘noventa e oito
  • 4 O mistério é o teu melhor aliado

Existe uma boa geração de atores, contudo estão mais ligados em série, É uma charada econômica, no desfecho, do dinheiro que se investe. No Brasil, investe muito em séries, que penetram no mercado muito com facilidade e de maneira mais simples, a partir da tv. É a luta de Davi contra Golias, em que o cinema competir em desvantagem.

O filme é muito rentável, principlamente o dos EUA, uma indústria muito robusta que se vende em o mundo todo. Em Portugal é rentável às vezes, é uma charada mais de cada um dos produtos. Aí acertaste em cheio. Tem muito que enxergar com a “Cela 211” em um significado conceitual. “Invasor” é um filme de entretenimento, porém que sacode a consciência.

É a base que falou antes: tomar o público, por meio do entretenimento e da peculiaridade. Acreditamos que esta é a fórmula, na hora de fazer as coisas de que nos sentimos orgulhosos. E claro, ocupar a crítica bem como. E de fundo a cidade herculina, É difícil de concretizar, pelo motivo de no caso de A Corunha, a cidade vai ter muita presença.

O filme é baseado em um romance. É mais complicado levar pra tela uma adaptação? Esta linha de serviço de encaixar obras literárias é uma coisa que fazemos habitualmente, concretamente, neste instante o fizemos em “Célula”. No mundo da literatura há muitas histórias que são capazes de conduzir pra tela extenso, e isto é uma questão que nos EUA

Rolar para cima