O México É Tão Violento Como Contam Os Meios De Comunicação?

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Um filme divulgado no passado mês de fevereiro, nas redes sociais, onde uma mulher foi presa no estado de Guerrero e torturada por dois militares tornou-se o penúltimo escândalo midiático da agressão no México. Nas imagens vê-se como um soldado interrogará a presa, ele coloca a arma pela cabeça e com a assistência de uma companheira, em dois momentos diferentes, tentam asfixiarla com um saco de plástico.

Mais uma vez mais, a agressão mexicana inunda os meios de comunicação com uma impressionante rotina porém Quais são as causas dessa imagem e essa crueldade? O Mundo tem discutido com três respeitáveis especialistas no conteúdo para tentar responder a essas questões e esclarecer um combate histórico que esconde algumas realidades mais positivas do estado. A Pax narco havia conseguido em 2007, a menor taxa de homicídios no México.

Então, veio a batalha contra o crime do mandato do presidente Felipe Calderón, em que o Exército ataca todos os cartéis, sem um plano prévio, que não fosse bater duro com o fim de tentar controlar o território. Alerta a oferece o governador do estado de Michoacán, que faz um apelo ao Governo Federal pra que envie forças de segurança e pacificar tua descontrolada região. O Governo fez, aqui e ali, sem trégua, e estourar tudo.

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Em 2008, neste momento há números de mortos iguais aos da década de 90, com 14.000 assassinatos, e em 2011 se alcança a cifra recorde de 27.213 homicídios. O país explode em um crescimento brutal da dureza em que se mostram as misérias enterradas durante anos. Começa uma luta de todos contra todos: policiais bons e maus, narcotraficantes que pugnan por dominar o território de seus rivais, um exército comandado a patrulhar as ruas e envolvido em constantes denúncias de tortura e desaparecimentos.

E, além do mais, uma categoria política, em muitos casos, corrupta e conectada com o crime organizado. México falência e a hostilidade o apodrece tudo. Vilalta indica para a guerra de Calderón como estopim dessa explosão violenta bem que reconheça que “havia em 2006 segmentos do território sob equilíbrio pelo narcotráfico. Calderón recebe um povo arrebentado. Houve uma epidemia de violência”.

A frase, repete também internacionalmente ilustre professor em Criminologia na Universidade de Cambridge, Manuel Eisner: “A hostilidade é como uma epidemia, uma doença infecciosa”, garante. Jonathan Furszyfer, coordenador do programa de segurança e precaução do Think Tank México Avalia. Nenhum dos especialistas minimiza em todo o caso, o dramático defeito de segurança mexicano, mas sim convém seguida, enquadrá-lo no recinto e tuas causas para poder entendê-lo.

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