O Netflix, Um Negócio De Risco

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Netflix vende, produz e distribui histórias. E faz com que ele seja um sucesso: uma organização que começou distribuindo DVDs pelo correio há vinte que se transforma em um gigante de televisão online e se muda pra Hollywood. Em julho, se soube que a organização fechou o segundo trimestre do ano com um desenvolvimento de assinantes superior ao calculado, acima de 104 milhões de assinantes, a nível mundial. Além do mais, o seu avanço é a grau global.

Pela primeira vez, agora tem mais assinantes no estrangeiro do que nos Estados unidos. A 31 de junho contava com 52,03 milhões de assinantes, a nível internacional e por os 51,noventa e dois milhões nos EUA, A organização lançou no segundo trimestre, as últimas temporadas das séries House of Cards e Orange is the New Black, que o serviço Netflix Brasil não se podem enxergar. No primeiro trimestre não tinha havido nenhum vídeo ilustre, isto explicaria estes fatos. Nos últimos prêmios Emmy, suas produções originais receberam 91 nomeação -atrás só da HBO – e estavam presentes no festival de cinema de Cannes, brigando pela Palma de Ouro com dois videos.

Este ano também se mudaram de Beverly Hills, Hollywood e estão ampliando a equipa, principalmente a executivos da meca do cinema e de tv como a Fox. Mas o gigante norte-americano tem luzes e sombras. “É normal que tenha ratings negativos pelo alto nível de dívida e é normal que a corporação entrar em dívida”, explica o professor de Economia da UB. Há especialistas do setor, que começam a perceber que queremos estar diante de uma bolha que podes explodir se a organização não atrai novos assinantes. A Netflix anunciou este ano aos investidores de que lhe seria penoso conservar o ritmo de crescimento de assinantes que conseguiu no ano passado graças ao desembarque em 130 países.

Mike Vorhaus, presidente da consultoria Magid Advisors adverte em alegações ao jornal Los Angeles Times, que “ninguém é o jogador chave para sempre” e que a dívida poderia ahogarles qualquer dia. Há quem diga que estamos diante de uma bolha que pode explodir se a organização deixa de crescer. “Gera altas expectativas, mas não é uma bolha.

O seria se os investidores estivessem pagando mais do que vale Netflix, porém por de imediato não é o caso”, diz Vizuete. “Também há especialistas que acreditam que a televisão convencional está morto, mas até que isto aconteça, se é que é por isso, passarão anos. Por sem demora têm a publicidade que lhes oferece dinheiro.

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O padrão de negócios da Netflix é um modelo de assinatura paga pelo tema, mas em enorme escala. Requer uma amplo base de usuários que possam sustentar com suas assinaturas aos altos custos de geração e licenciamento de assunto, por outro lado imprescindíveis para preservar uma oferta atraente em um mercado onde a concorrência é cada vez maior.

A empresa quer que 50% de seus conteúdos sejam de criação própria. Numa entrevista com A Vanguarda há alguns meses, o CEO da Netflix, Reed Hastings, defendia a produção assim como fora dos EUA, Em uma carta aos investidores, a Netflix disse que foi subestimado a popularidade de sua crescente catálogo de produções próprias. Este ano, idealiza gerar mais de 70 series, com um investimento superior a 6.000 milhões de dólares. O co-fundador da Netflix, Marc Randolph, garantiu diversas vezes que para empreender, há que possuir uma ideia e “tolerância ao traço” ou “assumir riscos”.

todavia, a produção de alguns desses conteúdos, que têm licença da Netflix são produzidos por outros estúdios e organizações, como acontece com House of Cards ou Orange is the new black. Isso tem um grande gasto que a organização quer suprimir sendo ela a que produz, todavia para se avigorar tem que anos e um investimento enorme, de acordo com especialistas do setor, citado pelo jornal de Los Angeles.

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