Os Antigos Alemães A Chamavam De Alraune

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Mandragora autumnalis, mandrágora, é uma espécie de planta pertencente à família das Solanáceas, que foi usada extensamente na Europa pra fins medicinais. Suas raízes têm sido usadas durante a história e em rituais mágicos, já que suas bifurcações têm certa semelhança a uma figura humana; mesmo nos dias de hoje é usado em religiões adesão se o reino, como a Wicca.

As raízes são grossas e geralmente ofuscan. O caule é de cor verde-escuro; folhas largas e com uma superfície áspera, e têm a mesma cor do caule. As flores saem do centro, e são de cor branco-violeta. A planta atinge uma altura de cerca de 30 cm, e é frequentemente encontrada em áreas escuras e úmidas, onde não apresenta o sol. O fruto sai no outono, tem cor amarela ou laranja, e semblante semelhante a uma maçã.

a Sua ingestão podes gerar alucinações. Esta planta cresce em florestas sombrias, a vereda de rios e córregos, onde a luminosidade do sol não penetra. A mandrágora é uma planta altamente tóxica, podendo causar a morte daquele que a ingiriese. Como teu parente, a Mandragora officinarum, tem atividade por meio da pele, dessa forma é insuficiente prudente manipular as folhas, frutos e além de tudo raízes. Pode causar tonturas, sonolência, contrariedade respiratória e bradicardia simplesmente ao manuseá-la. Como planta ornamental é belíssima, mas tenhamos em conta que, se temos animais de estimação ou crianças, que possam levá-la à boca, pode desenrolar-se uma catástrofe. É perigoso ser cultivada e pouco aconselhável.

Vem sendo personagem de algumas lendas e rituais. Acredita-Se que a planta tinha características humanas, dado que suas raízes pareciam duas pernas. Há histórias que contam que esta gritava chora no momento em que a arrancavam da terra, podendo enlouquecer as pessoas; e em vista disso amarraban um cão a andar para arrancá-la.

Joana d’arc e a acusaram de usar a planta, pois achavam que este era o pecado de que pudesse ouvir vozes. Diz-Se que se auxilia a libido. Os antigos alemães a chamavam de Alraune. A lenda proporciona que todas as raízes de mandrágora são transformados em pequenos homens de verdade, como pequenos duendes, e que se dedicam a oferecer o dono da planta.

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Não garante a lenda que todas as raízes de mandrágora tenham a forma humana. Que a têm algumas, sim. E que estas são as verdadeiras plantas feiticeiras. O feliz possuidor de uma raiz de mandrágora em maneira de homem, sustenta-se que esta planta, no momento de arrancar grita. E que o grito matar quem tenta ligá-la. E que o procedimento para arrancá-la e salvar a vida, é o seguinte. Se cava fundo em volta da raiz até pô-la a descoberto.

Enquanto não tente arrancá-la não há perigo. Se ata uma corda para a raiz e a outra extremidade se ata ao pescoço de um cão. Chama o cão a uma certa distância. O cão quer encaminhar-se, tira da planta e a arranca, grita, e o cachorro morre. Nicolau Maquiavel, autor de “O Príncipe”, escreveu uma comédia intitulada “A mandrágora”, em que uma pomada expulso da raiz podia curar a esterilidade. Na obra de Samuel Beckett “esperando Godot”.

Foi o nome que adotou o movimento surrealista, que formasse o poeta Braulio Arenas. Na Bíblia, Raquel, mulher de Jacó, que pediu pra Ler a outra esposa as Mandrágoras que o filho ela pegou no campo. A alteração delas cedeu a Leia o correto de passar a noite com seu marido Jacó. Desde que a Bíblia diz que Raquel era estéril quem sabe ele pensasse que esta planta poderia idealizar. Na série de anime Saint Seiya, no decorrer da Saga de Hades, um dos espectros era um cavaleiro de Mandrágora.

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