Para Esse Procurado Mudança De Mentalidade

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Estremadura, dota-se de uma estratégia de atenção ao parto normal, que buscará uma “alteração de mentalidade”, tanto as mães como pros profissionais, e também fortalecer o papel da mulher na tomada de decisões. Esta estratégia tem sido apresentada em Mérida pelo conselheiro de Saúde e Política Social, Luis Alfonso Hernández Carrón; o diretor-geral do SES, José Garcia; e o coordenador da estratégia, Pedro Santos.

O conselheiro insistiu em que o “coração” dessa estratégia está pela formação de profissionais com técnicas que permitirão colocar uma “transformação de mentalidade”. A estratégia, ao mesmo tempo, busca delimitar o âmbito de aptidão dos profissionais, favorecendo o serviço em equipe e dando aos matrones o papel de “liderança” que precisam jogar na atenção ao parto normal. Para esse procurado transformação de mentalidade, Carrón foi considerado primordial reforçar o papel da mulher pela tomada de decisões e no controle de teu próprio organismo.

Segundo explicou o coordenador da estratégia, Pedro Santos, pretende-se que a mulher está “confortável” pra hora do parto, seja apto de “conectar-se com seu organismo”, e que o parto está a fazer nas melhores condições possíveis”. Também foi acrescentado o conselheiro que se tornaria os profissionais de equipamento específico que lhe permita montar um trabalho “atualizado”, e baseado pela “evidência científica”. Entre eles, um Guia de Práticas Clínicas, por volta de protocolos de actuação e fichas complementares e anexos.

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E uma aposta no livro de qualidade, quase de luxo, o objeto, o valor dos equipamentos, em detrimento, como por exemplo, as edições de bolso ou os formatos digitais. Quais são as coisas que necessitam deixar de ser como dantes? Nenhuma. A nossa responsabilidade com os livros é imensa, e se concretiza em um único pacto: editar bem. Quais são os desafios fundamentais que a edição deste ano coloca ao sector?

O setor editorial parece estar sofrendo 2 decadência de diferenciado signo: a econômica e a provocada na chegada do livro digital. Assim, sem fazer concessões ao mercado, como até nesta hora, estamos “surfar” a incerteza, mais do que “buceándola”. Quais são as fórmulas estão navegando de imediato pra reinvenção do setor?

Acreditamos que uma fantástica notícia, e para nós, será muito interessante no futuro, particularmente, é a pesquisa de livros em espanhol nos EUA. Algo que parecia improvável há 5 ou 10 anos, de imediato está sendo a Grande Notícia. Sim, será a chave desse mercado norte-americano para a sobrevivência de alguns projectos editoriais “em português”.

É necessária a auto-crítica? Em caso afirmativo, Continuamos a fazê-lo, na realidade. A ocorrência é custoso pra todos, muito difícil, mas temos segurança (aí está o setor editorial e livreiro argentino, como modelo, depois do corralito e uma infinidade de instabilidade vizinhas) no livro. E em nossos livros. Quais são os desafios fundamentais que a Feira do Livro coloca ao sector da edição em Portugal? As vendas reduziram-se muito com a recessão, os livreiros estão a passar mal, sendo assim que o primeiro estímulo é vender mais, acho que o desconto de 10% podes ser um incentivo a mais esse ano para os leitores.

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