Quem Diz Que Não Há Tensão?

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Houston é hoje uma cidade aborrecido. Ficou órfã após ter desfrutado de um final-de-semana All Star. É o instante das conclusões. Me produziu insensibilidade: a comida que se consome em um evento então. Vivam os sanduíches de presunto com queijo. O cheiro a queijo fundido e costela defumada ainda me persegue pelas noites.

Como é possível que, para aceder ao pavilhão com o utensílio jornalístico, a polícia se abra a bolsa e um chucho meta o focinho de um minuto inteiro nas tuas coisas, babando todo o instrumento? Que perguntem em aeroportos sobre o assunto novas formas de garantir a segurança de pessoas, sem que um filhote de cachorro gracioso te deixar todo o teu DNA pros anos em suas coisas.

Tenho anos indo a eventos e nunca tinha visto nada parecido. Ver a jornalistas asiáticos fazendo fotos continuamente a si mesmos com a acreditação, sem deixar de fazer a V com a mão. Ter acesso às arquibancadas por umas escadas rolantes ridiculamente estreitas, longas e lentas. As escadas de toda a vida, não há por esse pavilhão.

Não ser que alguém se canse. Todos os espectadores deveriam entrar ou sair do elevador ou pelas escadas mecânicas neste momento ditas, em intermináveis filas. Dar-lhe diversas oportunidades pros jogadores no concurso de enterradas. A acústica horrível do recinto. Já estava suficientemente rouca pobre de Alicia Keys, pra que sua voz soasse distorcida pelo motivo de algum gênio, ocorreu-lhe botar o assunto em um fundo e não no centro da pista.

A distribuição de colunas deixou muito a pretender. Pelo que se vê, as provas de som foram realizadas com um chocalho. Não entendi: o Shooting Stars, com Chris Bosh e Dominique Wilkins. Parecia um quadro de Miró: uma pista cheia de automóveis com bolas, idade e árbitros. Sumemos pela mesma cena três membros do mesmo time brigando juntos, em vez de fazê-lo contra os inimigos. Some-se o acontecimento de que o sistema de pontuação o inventou o polvo Paul com uma caneta em cada perna e temos o camarote dos Irmãos Marx.

Me deu pena: O mate que nunca foi de Gerald Green: suspensa no ar e passar a bola duas vezes pelo aro, sem rede era o nunca visto. Um mate pra se relembrar de anos. É só o seu tempo e vai Green e o torna maravilhoso. Os incríveis: Chris Paul e Kevin Durant. Dois tipos que realizam com que valha a pena pagar a entrada. O All Star foi mais competitivo do que parece. Mas é que ver Paul e Durant em uma quadra faz com que um rememore gloriosos tempos passados da NBA.

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Para se divertir: o jogo das estrelas. Quem diz que não há tensão? Os jogadores dos times na competição nem sequer se congratularam-se na pista no decorrer da exibição. Acredite em mim. Tinha pique. As duas tampas de Kobe a respeito de LeBron agora estão nos livros de história, segundo primária.

Ver esmagar o aro a Durant é deslumbrante e o jogo em geral esbanja característica, preciosidade e lindeza plástica. É um prazer para os bons fãs. Para estar orgulhosos: Ricky rubio está crescendo como jogador e estrela mediática. Incrível o papel do bebê de gracioso horizonte no Rising Stars.

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