Quem É O ‘anjo De Kobane’?

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�pode uma jovem miliciana curda, de nom de guerre atribuído Rehana, matar cem terroristas do Estado Islâmico (IS) de uma atacada? E cessar decapitada, de modo diabólica por um deles, e a sua fotografia publicada pela Internet? É possível que não ocorresse mesmo deste jeito. Mas em um contexto como o do site, a Kobane, onde um hatajo de assassinos – literal, são pura essência dos homens de Hassan Sabah – trata de vencer uma resistência encarniçada de mulheres e homens libertários, a épica vende. Mesmo quando à custa de chutar a verdade.

No decorrer das últimas semanas, milhares de contas do Twitter e Facebook têm compartilhado a mesma imagem da chamada ‘Rehana’. Olhar limpo, sorriso triunfal, uniforme imaculado e v com os dedos. Quem ia a história da heróica função, que é narrado com a fotografia: “Cem oponentes abatidos no tempo em que defendia Kobane de seu cerco”.

Quase ao mesmo tempo, começou a circular pelas mesmas condutas digitais a aborrecido notícia de sua morte em conflito contra o IS. Se encostava a notícia, em alguns casos, numa muito bom imagem de um lutador barbudo segurando uma cabeça de traços idênticos às da apelidada de Rehana. Meios internacionais, como o britânico Daily Mail, O Arabiya ou o IB Times, dizendo contas de Twitter peregrinas como fontes credenciadas, publicaram na semana passada, o detalhe do assassinato da chamada ‘anjo de Kobane’.

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Sem dados suficientes que testassem o desolado acontecimento. Portanto, O Mundo optou por não ceder a notícia. Você escapou ou não do inferno? O primeiro auto desmentirse -sem desculpar – foi, aos poucos dias, o Daily Mail. Depois de dizer com os amigos da suposta morta viva, o jornalista desse rotativo concluiu que Rehana vive refugiada no sul da Turquia. Apesar de a legal nova, a bola de neve que assegurava o oposto a estas alturas imediatamente era indescritível. A BBC traz o testemunho do jornalista sueco Carl fantástico localização, autor da fotografia, que ajudou a popularizar a Rehana.

A tomou no dia 22 de agosto em Kobane, meses antes do começo do cerco, em uma solenidade de formatura de militantes das YPJ (Unidades Femininas de Proteção), que defendem a cidade do IS. De acordo com ótima localização, que diz desconhecer o nome real de Rehana -esse não é curdo-, a jovem falou que queria proteger distante da frente, fazendo guarda de potência policial ou de estrada em Kobane. Portanto, o informador de posição que é trabalhoso que essa posição possa cessar com 100 membros do IS.

No dia seguinte de pegar a fotografia, escreve a BBC, esta aparecia em um site prokurdo chamado ‘Bijikurdistan’. Mas passaram-se várias semanas até que o Slemani Times, um meio digital curdo iraquiano, adjuntara a imagem em um tweet para ilustrar um de seus enunciados. Começava a criar o mito. A BBC viagem às origens da lenda. O cinco de outubro passado, aponta, começaram a se propagar rumores a respeito da morte dela lutador.

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