Se A Computação Tradicional Nos Levou Para a Lua, onde Nos Pode Levar A Quântica?

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Moonshot significa não só lançamento lunar. Entre em ciências do termo é bem como utilizado pra apontar os projetos arriscados, com um pouco de loucura, que são capazes de alterar tudo ou terminar sem um efeito tangível. Por todo o caso, o vigor realmente compensa. Em 1962, o presidente dos EUA, John Fitzgerald Kennedy, divulgou que, nessa década, ia colocar um homem na lua. Era um moonshot, no significado figurado e real. A analogia aplicada à análise espacial e da astronomia, é tentadora.

Se a computação usual levou-nos a lua, o “Com os pcs quânticos estamos em uma época idêntico à de há cinquenta anos”, diz Asier Arranz, diretor do Quantum Community Lab da IBM. “Temos novas máquinas grandes e lentas, como por isso, mas estas máquinas nos levaram para a lua”.

No término da década de sessenta do século passado, dois tipos de computadores foram imprescindíveis pra que a função lunar tivesse sucesso. Em terra, o IBM 360, uma dessas unidades, que ocupavam um quarto, e que foi decisivo é a parametrização e simulação da trajetória da nave, essencialmente no instante crítico do texto. O IBM 360, com um peso superior a 2.000 kg, não podia comparecer, evidentemente, a lua.

O que ele viajou ao satélite terrestre foram duas unidades de tudo o que foi batizada como AGC (por Apollo Guidance Computer), pcs que fizeram cérebro dos dois módulos do Apollo XI. Os AGC, com o tamanho de uma mala de viagem e um peso de 32 kg, foram montados pelo MIT. “Hoje tem todo um suporte informático, todavia desse jeito confiar um modo crítico para uma máquina era inteiramente revolucionário”, explica João Antonio Mestre da Corda, professor de Engenharia Informática na Universidade de Nebrija.

Mais especificamente, explica que o principal avanço do IBM 360 foi o que marcou o início da compatibilidade entre os computadores, pelo motivo de, até desse modo, “cada máquina falava uma língua distinto, e sua programação era um mundo”. Os AGC, por tua vez, introduziram um conceito revolucionário, que hoje entendemos como computação resistente ou tolerante a falhas.

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trata-Se de que a máquina jerarquice as tarefas, e que, ao mínimo defeito, relegue as rotineiras ou pouco significativas. Sem esses avanços informáticos, provocados nesse moonshot, que determinou Kennedy diante da pujança soviética pela corrida espacial, o ser humano teria levado mais em pisar pela lua. Foi uma ousadia de Estados unidos, com um investimento de dinheiro incomparavelmente superior do que hoje investem a Agência Europeia do Espaço e da NASA.

Mas tudo o que houve em volta do projeto Apollo é o que faz com que hoje os Estados unidos seja o líder tecnológico”, garante. Se a computação quântica vai conduzir a exploração do espaço a um novo nível, não será a curto período. Enquanto os investimentos em tecnologias quânticas cuajan -ou não-, os astrofísicos continuam visualizando apoiando-se na ciência da computação, em tal grau que, explica Serra-Ricard, “hoje, é inconcebível imaginar em um astrônomo, sem um micro computador ao lado”. No Instituto de Astrofísica de Canárias, um centro de referência mundial, utilizam a potência computacional pra controlar os telescópios, tratar suas imagens, fazer modelos teóricos a respeito choques de galáxia… como Se chega a computação quântica, será uma melhoria exponencial de vossas expectativas científicas?

“Evidentemente, tudo o que seja poder computacional nos interessa, entretanto os pcs quânticos ainda lhes resta pra ser explorados sem problemas, e não desejamos arriscar a testar”. O futuro pode ser muito promissor, todavia para todos os que se dedicam ao espaço, o tempo 1962-1969 é imbatível. “Nada do que fazemos pode ser comparado com o projeto Apollo, que me conta assimilar como conseguiram fazer isto”.

O IBM 360, que, pela terra, foi importante para o sucesso da Apollo XI tinha 2 megabytes de memória principal. Em 1969, era qualquer coisa surpreendente. Em 2019, um ótimo portátil apresenta um terabyte de memória -quer dizer, mais de um milhão de megabytes – por menos de 900 euros. Relato dos que trabalharam ao pé do canhão naqueles dias de julho de 1969, incide em dificuldades que hoje nos lançariam magia com qualquer smartphone. As informações chega ao banco com um atraso de 3 ou quatro segundos, e se quisesse noticiar qualquer coisa aos astronautas, tinham que aguardar no melhor dos casos oito segundos pra ouvir a sua resposta. Qualquer atualização da trajetória do Apollo XI, por pequena que fosse, tardava em ser completado cerca de um minuto e meio, simplesmente por ausência de poder de computação.

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