Televisão Digital Terrestre

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Televisão digital terrestre (TDT), assim como chamada em alguns países da América tv digital aberta (TDA), é a transmissão de imagens em movimento e som afiliado através da codificação binária, por intervenção de uma rede de repetidoras terrestres. Apesar das vantagens da transmissão digital terrestre de tv, o sinal digital não é mais resistente a possíveis interferências que a analógica, devido à sua meio ambiente de sinal eletromagnético. A diferença está na maneira de codificar o detalhe, seguindo algoritmos lógicos que permitem, posteriormente, distinguir e emendar erros.

A tecnologia de televisão analógica só permite a transmissão de um único programa de televisão por cada canal UHF (seja de 6 MHz, 7 MHz ou oito MHz de largura de banda). Ademais, os canais adjacentes ao que tem local uma emissão têm que estar livres para impedir as interferências.

A codificação digital dos programas permite que a largura de banda acessível em um único canal UHF conseguem propagar numerosos programas com a mesma particularidade de um DVD, ou um ou dois com qualidade HD. Não obstante, a enorme versatilidade da codificação MPEG-2 ou MPEG-4 permite transformar estas definições em cada momento, de forma transparente aos usuários.

O bloco de quatro ou 5 canais de transmissão que é emitido por um canal comum de UHF recebe o nome de MULTIPLEX (multiplex). O fluxo binário do MULTIPLEX é a multiplexação dos canais que o compõem. A relação de fluência de cada canal multiplexado é possível regular a vontade, o que é equivalente a regular a peculiaridade dos mesmos.

Você podes impor um corrimento grande a um filme ou a um evento esportivo de pagamento detrayendo fluência de outros canais que compõem o MULTIPLEX e podem ser de emissão aberta. Como o fluxo depende do tema da imagem, muitas variações ou muito detalhe de uma imagem produzem mais fluidez.

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O aproveitamento fantástico do MULTIPLEX, quando todos os seus componentes têm a mesma relevância comercial, é feita a começar por um controle estatístico do curso. Um sistema inteligente estima o fluência de cada canal que compõe MULTIPLEX, em cada momento e vai atribuindo maior ou pequeno largura de banda segundo a necessidade detectada. Logicamente, pode-se estipular, canal por canal, uma largura de banda mínima, como foi comentado previamente. Devido ao melhor aproveitamento da largura de banda, as emissões de TDT podem constar de maior peculiaridade audiovisual.

A transmissão terrestre de televisão é afetada por dispersão de energia, zonas de sombra e reflexões que provocam ecos. Na transmissão analógica esses problemas manifestam-se como neve, ruído na imagem, duplos imagens, cores fracas e som de baixa peculiaridade. Na transmissão digital, por ter sido codificado o sinal de modo lógica e não proporcional, o receptor pode ajeitar, até certo ponto, as distorções causadas por interferência. Não obstante, quando o receptor não é capaz de ajeitar certos erros – isso talvez pode processar-se quando a interferência foi alterado substancialmente o sinal – pode transcorrer o congelamento de partes da imagem, ou da interrupção do som.

Quando o nível de defeito ultrapassa direito limite, o receptor é incapaz de reconstruir o sinal. É desta maneira que a tela dá uma imagem em preto, sem som. O evento de que haja esse limite de erro específico, e não uma perda progressiva da característica (como era habitual pela transmissão analógica) é denominado como abismo digital (digital cliff em inglês). A imagem, som e dados associados a uma emissão de tv digital são codificados digitalmente.

Pra esta finalidade, em resolução modelo, costuma-se empregar o padrão MPEG-2. Também podes ser usado, entre outros, o modelo H. 264, que, ao permitir um acrescento pela taxa de compressão, é adequado pra emissões em alta definição ou para ampliar o número de programas digitais incluídos em cada canal múltiplo. O problema dos ecos foi resolvido aplicando-se, no caso do DVB-T, a modulação COFDM.

Na TDT o corrente binário resultante de codificar a imagem, o som e as informações do programa é transmitido por intermédio de milhares de portadoras de entre os quais se distribui a energia de radiação. As portadoras mantêm uma ortogonalidade, no domínio da freqüência, a sua energia localiza-se no cruzamento por zero de qualquer outra, o que facilita a modulação. Método de ocupação do canal produtivo, o sinal de áudio e vídeo é dividido em menores grupos, modulándose cada grupo separadamente com portadoras de regularidade diferentes, muito próximas entre si.

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