“Vamos Mudar As Lógicas Masculinas”

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Nunca antes havia acontecido. E apesar do rigor das estatísticas algo se move. Em 2017, na primeira vez na história, haverá três mulheres programando teatros públicos em Madrid. “, exclama a catalã. Outra justificativa pra transformação: em 2016, os 2 Prêmios Nacionais de Teatro foram pra mulheres. O de Literatura Dramática, no valor de 20.000 euros, para Lola Blasco por tua peça ‘Século, meu besta, meu’ e o Nacional pra Concha Velasco por causa de seus trabalhos de maturidade.

Sim, qualquer coisa se move. “betão armado”. Além das em um momento anterior citadas (Portaceli, Pimenta, Álvarez Simó ou Blasco), vão ao encontro da veterana produtora Concha Busto. TEATROS PÚBLICOS. Se alguém acredita que reunir dez mulheres que se dedicam à cena poderá desembocar numa disputa de egos ou vaidades, desprezo, trata-se de um tema mais.

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Este sem relação com a realidade. Todos brincam e se divertem em frente ao fotógrafo. Carme Portaceli não vai cair no chão e botar a Norma Duval. “Mas com esta apresentação não me verá muito anal, o “, exclama diante das risadas do resto. Depois das 70 primaveras, Concha Busto sugere posar ela mesma no chão.

“¡Que se note que faço Pilates! Neste recinto extrovertido, pode parecer que não existem problemas na profissão e, não obstante, há muita tecido que apagar. Abrem fogo as 3 diretoras de teatros públicos. Tanto Pimenta, como Portaceli e Álvarez Simó, coincidem no evento de ter três mulheres tomando decisões imediatamente é um sintoma de que alguma coisa está mudando.

“Nos custou muito para conquistar o terreno público, e nós tivemos que fazê-lo, adaptando-nos às lógicas masculinas. Agora carecemos começar a mudar. Tendo como exemplo, essas coisas de pôr as ocorrências como campos de batalha não é uma coisa que vá conosco”, diz Álvarez Simó. Uma alegação com a qual está de acordo Portaceli: “Viemos de um paradigma heteropatriarcal em que só havia uma maneira de fazer as coisas e você deve findar com ele. Eu vejo que Helena, tendo como exemplo, tem uma forma de trabalhar mais horizontal e menos hierárquica do que a da maioria dos homens. Estou cansada e, perdoe a expressão, que estes egos que precisam mijar pela porta pra marcar o território.

eu acho que nós vamos doar uma óptica mais dialogante e inclusiva, como temos estado arrinconadas tanto tempo, não vamos fazer o que nos fizeram a nós”. Pergunta.- Agora têm poder para amparar algumas mulheres. Ernesto Cavaleiro no Centro Dramático Nacional assinou um acordo com a associação Clássicas e modernas, o que comprometeu-se a que, no mínimo, 40% da programação do CDN tivesse mulheres à frente dos conjuntos. Efetivamente, na primeira vez, o Maria Guerreiro abriu a temporada com um texto escrito e dirigido por uma mulher (O céu que me tens prometido, Ana de S.paulo). O que dizem sobre isso as cotas?

Helena Pimenta.-Eu sou a favor de que haja um espiar igualitária e inclusiva e, como as mulheres não são tão percebíveis, há que acentuarla mais. No teatro clássico, os negócios estão muito desequilibrados. Sempre existem muitos mais protagonistas masculinos. O que eu não desejo é que se vejam as oportunidades de favores, que a gente fale que essa está lá pelo motivo de é de quota.

Me rebelo contra isso. Eu quero que você acesse que é pelo valor. Natalia Álvarez Simó.-Na dança não há tanta desigualdade como no clássico. Para mim as cotas são capazes de ter um viés pejorativo, porque você selecionar alguém para executar uma cota e, de fato, o que faz ausência é valorizar o serviço das mulheres.

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